Impedido de ser inscrito em 2017 por causa da punição da Fifa sofrida pelo Atlético de Madrid, mas há três meses treinando no clube, o atacante sergipano Diego Costa, enfim, pôde ser apresentado como reforço para a metade final da temporada. Ao lado do meia espanhol Vitolo, outro reforço colchonero, exibiu novo número de camisa, a 18, um a menos do que o de sua passagem anterior no clube, e se disse pronto para entrar em campo.

– Esperei muito tempo. Minha mente está configurada para jogar. Por mais que treine, não é como uma partida. Estou cansado de tanto treinar. Dá para notar que estou muito melhor. Eu me preparei bem. Estou ansioso por poder jogar e ajudar minha equipe – disse Diego Costa na entrevista coletiva de apresentação.

Entre lembranças de sua passagem anterior no Atlético de Madrid, o atacante descatou a final da Copa do Rei vencida diante do Real Madrid com gol seu, em 2012/13, como ponto de inflexão da equipe, campeã espanhola na temporada seguinte e vice da Champions. A final perdida para os merengues, aliás, foi a última de Diego Costa antes da mal-sucedida participação na Copa do Mundo pela seleção espanhola e a transferência para o Chelsea.

– Não aprendi inglês, uma pena. Estive muito bem, as pessoas, a torcida, os companheiros… Lá me ajudaram muito e fizeram minha vida mais fácil. O Chelsea é um grande clube, tenho um carinho especial por eles e só tenho boas recordações – disse Diego Costa sobre os três anos que passou na Inglaterra, período em que ganhou o Campeonato Inglês duas vezes e também levantou um troféu da Copa da Liga Inglesa.

Diego Costa com mascotes do Atlético de Madrid em sua apresentação no Estádio Metropolitano (Foto: AP Photo/Paul White)

Diego Costa com mascotes do Atlético de Madrid em sua apresentação no Estádio Metropolitano (Foto: AP Photo/Paul White)

Sobre o futuro colchonero, mostrou que está pronto para se adaptar à variedade de opções ofensivas que agora tem o treinador argentino Simeone.

– Eu me entendo bem com Fernando Torres, Griezmann, Gameiro, Correa. O pessoal da frente está mandando bem. Não vou ser Deus. É uma disputa e tanto. Eu estou apto para jogar, para me colocar com quem seja. Há muita concorrência. Eles são atacantes, têm muitos gols. A concorrência é boa.

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