Enquanto o governador Jackson Barreto (MDB) definiu seu candidato ainda em 2017 e parece não deixar dúvida de que deixará o cargo para disputar o Senado, a oposição, com seus três nomes – Antonio Carlos Valadares (PSB), Eduardo Amorim (PSDB) e André Moura (PSC) – continua dividida em mais de dois lados.

Isso mesmo, em mais de dois lados.

Por mais que o senador Eduardo Amorim confunda paciência com indecisão, os Valadares – pai e filho – têm decisão tomada desde 2017: discussão sobre formação de chapa só em março ou abril.

E lá se vão dois lados: Eduardo e o PSB.

O terceiro, aliado de Eduardo, mas muito mais determinado em suas decisões e incomodando bastante os amigos de Valadares, o senador, que se escondem atrás de repetidos e insistentes comentários, André Moura quer deixar a Câmara para governar o Estado.

Em seu caminho, duas pedras com o mesmo nome: Eduardo Amorim.

André não quer ser candidato a governador se tiver que contrariar Eduardo, e perde tempo ao esperar um ajuste final com o senador, que prefere levar a decisão para março ou abril e tentar deixar ¨sem discurso¨ o senador Valadares, que quer voltar ao comando do governo do Estado.

Como a banda de Eduardo, conscientemente, demora a passar, André pode ter que esperar por uma quarta de Cinzas que parece não chegar.

Fonte NE

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