O corpo de José de Freitas Souza, que deu entrada no Instituto Médico Legal (IML) em 30 de outubro de 2017, ainda não foi liberado, impedindo que a família realize o sepultamento. O corpo dele foi encontrado numa plantação de milho no povoado de Lagoa Seca, zona rural de Simão Dias.

A demora para realizar a liberação do corpo, segundo informações do Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), disponibilizadas pela assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP), se deu pelo estado avançado de decomposição em que se encontrava, impedindo a realização dos exames de identificação por meio das digitais e posteriormente da arcada dentária ainda no IML.

O procedimento seguinte para buscar a identificação da vítima foi através da análise do DNA, porém conforme informações do IAPF, como Sergipe não possui laboratório de genética é necessário que os exames sejam realizados em outros estados, “ficando a cargo do IAPF aguardar o agendamento feito pelos laboratórios para a entrega desse material genético; como também da disponibilidade de kits de reagentes para analisar o produto coletado”, informou.

De acordo com a diretora do IAPF, Maria Auxiliadora Bitencourt, todas as providências para solucionar este caso já foram tomadas. “Um dos peritos do referido Instituto estará, nos próximos dias, encaminhando todo o material coletado, como também outros documentos referentes ao caso para o laboratório responsável pela análise”.

A diretora ainda informou que até o final do ano será inaugurado um novo prédio do IAPF em Sergipe, localizado no bairro Rosa Elze. O novo local, conforme a diretora, contará com um laboratório de genética, não havendo mais a necessidade de encaminhar o material para outros estados.

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