Notas fiscais que totalizam R$ 30 mil em viagens de jatinho em apenas um mês. Hospedagens em flats de luxo aos fins de semana. Refeições que ficam bem acima do valor médio pago por um almoço no Brasil – com a conta passando de R$ 1.000. Esses são alguns dos reembolsos solicitados pelos senadores em 2017. Os gastos com a cota parlamentar somam R$ 26.633.775,04.

Foram apresentadas 26.964 notas fiscais referentes a despesas no ano passado. O prazo final para o lançamento dos pedidos de reembolso foi 31 de março deste ano. As despesas são feitas não só pelos senadores, mas também por servidores lotados em seus gabinetes.

 

Limite da cota por UF

Cada senador tem um limite de gastos, fixado de acordo com o estado pelo qual se elegeu. Dependendo do estado, o valor mensal máximo para reembolso ultrapassa R$ 44 mil por senador. No ano, esse montante pode chegar a cerca de R$ 500 mil. Esse é o limite anual para os senadores de Amazonas, Amapá e Sergipe, por exemplo.

O valor da cota é definido de acordo com o preço da tarifa aérea cobrada entre Brasília e a capital do estado pelo qual o senador foi eleito. O piso da cota parlamentar é R$ 21.045,20, valor máximo que cada senador do Distrito Federal ou de Goiás pode gastar por mês. No ano, esse montante chega a R$ 252.542,40.

Cada senador de Sergipe tem direito a uma cota mensal de R$ 41.844,45.

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