Desde as 7h desta quarta-feira (16), os terceirizados do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) realizam um protesto nas proximidades do necrotério da unidade de saúde, no Bairro Capucho, em Aracaju (SE), contra o atraso no pagamento dos salários. O ato também ocorre na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, na Capital.

Os terceirizados pertencem a duas empresas. Os da Embrapes estão há dois meses sem receber, já os da Multserv, ainda não receberam o salário do mês atual. Por causa do ato, apenas 30% dos serviços dos terceirizados estão funcionado com maqueiros, camareiros, recepcionistas, copeiros e limpeza.

Segundo o diretor do Sindicato Empresas de Asseio e Conservação de Sergipe, Helder Santos, a paralisação é por tempo indeterminado. “São entre 300 e 400 terceirizados, na capital e interior, que estão enfrentando o problema. Já tentamos conversar com os diretores, mas dizem que têm previsão. Vamos continuar com o ato até que o problema seja solucionado”, afirma Helder Santos.

Nossa produção falou com a empresa Embraps, que ficou de enviar nota. A assessoria da MultServ confirma o problema e diz que existe um atraso superior há três meses, por parte da Secretaria de Estado da Saúde, e a empresa está tentando resolver a situação junto ao Estado, para fazer o pagamento da folha. O Estado ainda não se pronunciou.

1 COMENTÁRIO

  1. Quem realmente é o maior beneficiado no sistema de terceirização? Diz a constituição que todo aquele que pretende servir o órgão público deve respeitar a ideologia da imparcialidade, fazer concurso público. Dessa forma não corre o risco de perder o emprego quando reindificar seus direitos.

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