No inicio da manhã desta sexta-feira (18) homens envolvidos com a morte do capitão Oliveira, do Pelotão da Caatinga, resistem à prisão e trocam tiros com a polícia. Os oito homens foram baleados e morreram.

A informação passada na tarde desta quinta-feira (17) era de que a polícia já tinha conhecimento da identificação dos assassinos do capitão e inclusive com um suposto mandante que ainda não teve sua identificação divulgada.

Nas primeiras horas de hoje, a Secretaria de Segurança Pública emitiu uma nota informando que foi deflagrado uma operação para prender os responsáveis pelo envolvimento com morte do capitão Manoel Oliveira, então comandante da Companhia Integrada de Patrulhamento em Áreas de Caatinga.

As investigações foram coordenadas pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), que se baseou nas informações checadas através do 181 e pelas diligências realizadas na investigação policial. Sabe-se que a ação contra o comandante da caatinga mantém relação com um trabalho da Secretaria da Segurança Pública  contra pistolagem, parte na região Norte da Bahia e alto sertão de Sergipe.

A operação aconteceu em setembro de 2017 e prendeu um trio relacionado com o crime de pistolagem na Bahia, Sergipe e Alagoas e tinha como foco em Pedro Alexandre, na Bahia.

Até o momento houve sete confrontos com investigados em Aracaju, Poço Redondo, Barreiras (BA), Paulo Afonso (BA). Três foram presos e serão conduzidos ao Complexo de Operações Policiais Especiais  (Cope).

As mortes dos acusados foram 2 em Poço Redondo, 2 em Barreiras (BA) e 1 em Paulo Afonso (BA) e um Luiz Eduardo Magalhães. Há ainda a informação de que o ex-policial militar Braz, também estava envolvido nesse crime. Braz é o mesmo que participou da morte de Nego da farmácia.

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