Sergipe está prestes a viver a eleição mais mentirosa de sua história.

É mentira nos apoios, nas coligações, mentira que não acaba mais.

Nas coligações tidas como as mais fortes, prefeitos e deputados se misturam apoiandocandidatos ao governo de um lado e ao Senado de outro.

A maior de todas as mentiras é a aliança entre o ex-governador Jackson Barreto (MDB) e o presidente estadual do PT, Rogério Carvalho.

Os dois são pretensos candidatos ao Senado.

Nem Jackson votará em Rogério, nem Rogério em Jackson.

Um trabalhará pela derrota do outro.

Embora faça força para, publicamente, jurar que não, Jackson sabe que a maior parte de seus aliados ja apoia o deputado federal André Moura (PSC) para o Senado.

Nisso, há uma mentira divulgada por setores da imprensa, que insiste em propagar uma “aliança branca” que não existe.

Mudou o jogo político.

Não se faz mais acordos com prefeitos, que carregavam consigo todo o grupo, como se fazia antigamente. É preciso falar também com os vereadores e outros pequenos líderes.

Na eleição para o Senado, as duas vagas permitem a muitos estarem dos dois lados.

E existem lados, mesmo?

O mesmo já começa a ocorrer com a eleição para o governo, o que não é surpresa para quem viu, em 2010, Eduardo Amorim (no PSC) ser eleito para o Senado com quase 100 mil votos na frente do reeleito governador Marcelo Déda (PT), embora fizessem parte da mesma coligação.

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