Começou por volta das 8h30 desta quarta-feira (6), na 6ª Vara Criminal do Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, a audiência da última oitiva para ouvir as testemunhas de acusação [dois policiais militares e uma frentista] no caso que envolve o desvio de dinheiro para abastecer veículos da Polícia Militar de Sergipe.

A audiência, que é presidida pelo Juiz Edno Aldo Ribeiro de Santa e conta com o promotor de acusação João Rodrigues Neto, é acompanhada pelo réu, o sargento Robertson Souza Santos, que desde fevereiro está preso no Presídio Militar (PRESMIL), suspeito de desviar no suposto esquema cerca de R$ 57 mil, entre os meses de julho e novembro de 2016, utilizando cartões de abastecimento da corporação.

A defesa disse que pedir anulação do processo, por quebra de imparcialidade de um dos membros que está avaliando os fatos. “Devo arrolar entre cinco e sete testemunhas”, assegura o advogado de defesa, Aloísio de Andrade Vasconcelos.

Neste caso, ainda deve ser ouvido um policial que se encontra em Portugal, fazendo mestrado, através de Carta Rogatória, que é um instrumento jurídico internacional em que um país consegue cumprir um ato judicial.

Entenda o caso

O inquérito foi aberto em janeiro pela Polícia Militar após uma denúncia anônima realizada em 2017. Em fevereiro, a Justiça Militar acatou o pedido do Ministério Público Estadual e determinou a prisão preventiva do sargento Robertson Souza Silva.

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