O Brasil tem hoje 2.185 mil unidades de saúde que estão prontas, mas não funcionam seja por falta de pessoal, de equipamentos ou de dinheiro para mantê-las. Os  dados  de pesquisas  mostram que há 218 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e 1.967 Unidades Básicas de Saúde (UBS) sem funcionar.

Nos últimos seis meses, esse número cresceu 93%. Mais de um bilhão de reais já foram pagos para a construção dessas unidades que estão paradas. Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação. Bahia é o estado com mais unidades paradas (250), seguida de São Paulo (203), Maranhão (172), Ceará (155) e Minas Gerais (150).

Em Abril , o Brasil tinha 148 UPAs e 983 UBS paradas.

As UPAs foram criadas em 2007 no Rio de Janeiro com a promessa de desafogar as emergências dos hospitais públicos, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. Nessas unidades, são atendidos pacientes de baixa e média complexidade, como pressão alta, febre alta, fraturas, cortes, infartos e derrames.

Já as UBS são mais conhecidas como postos de saúdes, onde os pacientes fazem atendimento de rotina (consultas, tratamentos, vacinas, acompanhamento médico). São a porta de entrada do SUS.

Saúde pública: 150 UPAs, que custaram R$ 260 milhões, estão fechadas

Saúde pública: 150 UPAs, que custaram R$ 260 milhões, estão fechadas

As UPAs foram criadas em 2007 no Rio de Janeiro com a promessa de desafogar as emergências dos hospitais públicos, funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. Nessas unidades, são atendidos pacientes de baixa e média complexidade, como pressão alta, febre alta, fraturas, cortes, infartos e derrames.

Já as UBS são mais conhecidas como postos de saúdes, onde os pacientes fazem atendimento de rotina (consultas, tratamentos, vacinas, acompanhamento médico). São a porta de entrada do SUS.

Além dessas unidades que estão prontas, o Brasil tem ainda mais 3.981 unidades em construção e 149 obras que estão paradas.

O Ministério da Saúde disse em nota que flexibilizou as opções das quantidades de médicos para o funcionamento dessas unidades e que, em outro decreto, permitiu que os prédios construídos com recursos federais, como as UPAs, fossem utilizadas para outras finalidades na área da saúde. O Ministério da Saúde também foi perguntado sobre o crescimento das unidades paradas nos últimos seis meses, mas não deu nenhuma explicação sobre isso.

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