Início Política Novo balanço da Justiça Eleitoral indica 1.956 urnas substituídas.

Novo balanço da Justiça Eleitoral indica 1.956 urnas substituídas.

Número representa 0,43% do total de mais de 450 mil equipamentos espalhados pelo País. Estado de São Paulo lidera trocas, com 339 substituições

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou, às 12h20 deste domingo (28), o segundo boletim da votação deste segundo turno das Eleições 2018 em todo o País.

Até o momento, 1.956 urnas foram substituídas, o que representa 0,43% do total, que é de 454.493 urnas instaladas. Em nenhum município foi registrada votação manual.

A unidade da federação com o maior número absoluto de urnas substituídas é São Paulo, com 339 até agora.

Depois vem o Rio de Janeiro, com 266, e Minas Gerais, com 204. Estas três unidades são os maiores colégios eleitorais do País.

O primeito boletim divulgado pelo TSE às 10h40, registrava que 912 urnas haviam sido substituídas.

Prisões 

Ainda de acordo com o boletim do TSE, 35 eleitores foram presos durante a manhã deste domingo. Ao todo, foram registradas outras 46 ocorrências sem prisão, totalizando 81 casos. 

A unidade da federação com o maior número de prisões foi o Pará, com 13. Em Minas Gerais, foram registradas 9 ocorrências sem prisão.

A vereadora Josefa Eliana da Silva Bezerra, do PSL, partido do presidenciávelJair Bolsonaro, foi presa em flagrante, no início da tarde deste domingo (28) em Santana do Ipanema — município a 206 km de Maceió, distribuindo lanches e brindes a eleitores com adesivos do candidato à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), próximo a uma seção eleitoral do município.

A prisão foi feita pelo promotor de Justiça Luiz Tenório, que após receber a denúncia, dirigiu-se ao local e constatou que a vereadora do partido de Bolsonaro estava com um veículo repleto de adesivos de Fernando Haddad.

“Diante do flagrante, a vereadora foi encaminhada à delegacia da cidade”, informou o promotor, por meio de assessoria. Um inquérito foi instaurado para saber se a vereadora estava praticando suposta compra de votos.

Em nota, o Ministério Público Estadual informou que o promotor que efetuou a prisão não pode afirmar nada por enquanto, para não emitir juízo de valor. “A instauração do inquérito já foi solicitada por ele, exatamente para que sejam apuradas as circunstâncias do ocorrido”, informou o órgão, por meio de assessoria.

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