Da casa para o treino, do treino para a casa. Assim os jogadores e a diretoria do São Bento relatam a rotina do meia Daniel Corrêa, que teria sido morto vítima de motivo passional, no último fim de semana, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR).

Daniel — revelado nas categorias de base do Cruzeiro e com passagens por Botafogo, São Paulo, Coritiba e Ponte Preta antes de chegar em junho ao São Bento — ainda buscava encontrar o seu espaço no clube da Série B do Campeonato Brasileiro. Com histórico de lesões, ele tentava recuperar a melhor forma física e se adaptar ao esquema do técnico Marquinhos Santos.

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Os companheiros de clube souberam da notícia ainda na manhã do sábado e logo compartilharam o acontecido no grupo de WhatsApp dos jogadores. Todos teriam ficado surpresos com a morte do jogador, encontrado em uma área rural, morto a facadas, com o pescoço praticamente degolado e a genitália cortada pelos assassinos.

“Ele era o último jogador que a gente apostaria que iria acontecer um negócio desses. Ainda mais com esses detalhes de crueldade que estão saindo na imprensa”, disse o experiente lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro, que jogou no Botafogo e no Internacional. “Talvez tenha sido um dos caras mais tímidos com quem eu vivi no mundo da bola.”

O Daniel era um atleta introvertido,quieto, tranquilo, responsável e que nunca deu problema.

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