Na quarta-feira (05) , em entrevista ao programa Sergipe Destaque, da rádio Aparecida FM, o deputado federal Fábio Reis (MDB) defendeu a importância da realização da obra de ampliação do abastecimento de água em Lagarto, que também vai beneficiar outros municípios da região Centro-Sul. O projeto está suspenso desde que o prefeito afastado, Valmir Monteiro, se recusou a assinar o contrato de renovação de prestação de serviços com a Deso.

Acusado pela prefeitura de Lagarto e pelo deputado estadual Gustinho Ribeiro de levar pânico à população de Lagarto por falar na mídia sobre a importância da realização da obra, o parlamentar, com o apoio do ex-governador Jackson Barreto, falou mais uma vez sobre o tema com o radialista Alex Dias. Na ocasião, explicou o motivo da sua preocupação.

“Tenho alertado há muito tempo o risco que estávamos correndo com o atraso na realização dessa obra, pois foi uma conquista muito árdua, que nos demandou muito tempo e dedicação. É preciso lembrar que estamos em transição para um novo governo e os projetos que não estão em andamento podem ser cortados do orçamento, e isso é preocupante”, explicou Fábio Reis.

De acordo com o parlamentar, o recurso já estava disponível e a empresa estava no local, mas com a incerteza de realização da obra, a mesma recolheu o material que já estava na cidade. “A empresa gastou para levar os canos e gastou de novo para recolhê-los e isso acaba inviabilizando a prestação do serviço”, disse.

“Infelizmente, vivemos essa picuinha política, essa arrogância, prepotência e maldade, que não levam nada a ninguém. Fazem essa maldade achando que estão fazendo comigo, mas é com o povo de Lagarto”, lamentou o parlamentar. “O que espero agora é que a prefeita em exercício, Dona Hilda Ribeiro, reúna sua equipe, a equipe da Deso e o governador Belivaldo Chagas e juntos, tentem chegar a um entendimento”, concluiu.

Em sua fala, o ex-governador Jackson Barreto também defendeu a importância da obra para o município de Lagarto e a participação do deputado Fábio Reis na conquista. “Não é todo dia que se consegue liberar R$ 84 milhões e demorar mais é sacrificar Lagarto”, disse. “Não fosse a participação de Fábio Reis, o dinheiro não estaria à disposição do estado”, afirmou.

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