Devido ao atendimento de muitos pacientes graves e urgente nessa terça-feira, 29, o tempo de espera para atendimento de pacientes classificados como de baixa complexidade (azul ou verde) foi maior ontem na unidade. Dos 160 pacientes que deram entrada no hospital, 61 foram classificados como urgentes, 93 como de baixa complexidade, e 6 resolveram não esperar pelo atendimento. Os atendimentos foram garantidos por escala médica composta por 3 clínicos gerais, 2 pediatras, 2 cirurgiões, 2 ortopedistas e 2 anestesistas. 

Para garantir um maior acolhimento e atendimento na porta de entrada, a unidade hospitalar está aguardando a reposição de médicos que não renovaram os seus contratos com a Fundação Hospitalar de Saúde (FHS). E não foi possível novas contratações, devido ao período eleitoral. 

Situação essa, que já foi relatada junto à gestão da FHS, que aguarda a conclusão do Processo Seletivo Simplificado (PSS) realizado no final de 2018, para que haja a reposição desses profissionais, o que deve ocorrer já na escala de fevereiro. 

O hospital também já oficializou junto à Ebserh – e neste início de ano tem feito gestão nesse sentido – para que a empresa federal antecipe a convocação de novos médicos do concurso realizado para o HUL, que foram suspensas em outubro do ano passado, também devido ao período eleitoral. 

O usuário do HUL também conta com uma Ouvidoria para fazer as suas sugestões e também avaliar o atendimento do hospital quando se sentir prejudicado no seu acolhimento e atendimento. A participação é fundamental para que a unidade possa apurar eventuais dificuldades no atendimento por parte dos seus profissionais, aprimorando assim os serviços de saúde que disponibiliza para a população.

 

Acolhimento e classificação

Para organizar o atendimento e atender a todos os usuários que procuram a unidade hospitalar, o HUL utiliza um protocolo de acolhimento e classificação de risco que tem por base um sistema de cores de acordo com a gravidade de cada caso. Quem mais precisa, os casos mais urgentes são atendidos primeiro. Os casos mais leves ou menos graves, em seguida. 

Aos usuários com condição de saúde mais grave é atribuída a cor vermelha (EMERGÊNCIA); os casos muito urgentes recebem a cor laranja (MUITO URGENTE); os casos urgentes, a cor amarela (URGENTE); já aqueles que recebem a cor verde (POUCO URGENTE) e azul (NÃO URGENTE) são casos considerados de menor gravidade. A classificação é feita a partir das queixas, sinais vitais, oxigenação, nível de dor, glicemia entre outros sintomas.

Os usuários classificados com a cor vermelha precisam de atendimento imediato; os classificados como laranja precisam de atendimento urgente; aqueles classificados como amarelo precisam de atendimento, mas podem esperar por 60 minutos em média; os classificados como verde exigem atendimento médico, que pode ser feito também em Unidades Básicas de Saúde (UBS); e para os classificados como azuis usa-se a ordem de chegada ou podem também ser atendidos em UBS. 

 

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