Vice-presidente Mourão defendeu em Bogotá posição firme e prudente do Brasil sobre crise da Venezuela. Foto: Luísa Gonzalez/Reuters

   Em discurso bem feito e bem lido, o vice-presidente Hamilton Mourão definiu a posição do Brasil no Grupo de Lima a respeito da luta pela redemocratização da Venezuela, faminta, oprimida e humilhada pela ditadura chavista de Nicolás Maduro. Ele lembrou que os chavistas militarizaram o país vizinho de forma inédita na América espanhola. E só nos caberá agir com prudência, calma e sabedoria, de forma a conduzir a situação para a convocação de uma eleição direta, livre e isenta de fraudes, convocada e organizada pelo presidente da Assembleia Nacional, e com observação de especialistas estrangeiros, sob o comando da OEA. Isso não será fácil e demandará tempo, pois, além dos chefes militares (3 mil oficiais generais nas três Forças), o tirano bolivariano é guardado e protegido por cubanos, FARCs, ELN, elementos do Hezbolah, traficantes de drogas e armas e apoiado pela esquerda internacional, Rússia, China e Turquia, com a omissão calculada do Papa Francisco e da ONU.

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