Nesta sexta-feira (08) é comemorado o Dia Internacional da Mulher, data que celebra diversas conquistas femininas, sobretudo no que diz respeito às melhores condições de vida. Além da comemoração, a data também traz reflexão acerca dos altos índices casos de violência contra a mulher. São histórias de importunação, assédio sexual, agressões físicas, até mesmo estupro. 

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE), somente no ano de 2018, foram registradas pelas delegacias da Mulher dos municípios de Aracaju, Itabaiana, Lagarto e Estância, 1585 casos de ameaças; 795 lesões corporais; 779 casos de violência doméstica; 614 casos de injúria; 224 casos de difamação; 187 de vias de fato; 93 de dano; 67 registros de estupro de vulnerável; 27 casos de estupro; 13 registros de calúnia e 9 de maus tratos. Além destes, também foram registrados 37 casos de homicídios dolosos (quando há intenção de matar) contra a mulher sendo 16 deles tipificados como feminicídio.

Mas, o que fazer em caso de ter sofrido ou ter presenciado violência contra a mulher? Para atender estes casos, a SSP/SE dispõe do serviço 24 horas do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). A instituição abrange quatro delegacias, que podem atender crianças, adolescentes, mulheres, LGBT, negros e vítimas de intolerância religiosa.

Na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), podem ser registrados crimes de ameaças, lesão corporal, assésio, estupro, casos de violência doméstica, tentativa de homicídio, dentre outros. A mulher vítima de algum tipo de violência pode acionar a polícia através do 190, ou mesmo do 180, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, um serviço público, gratuito e confidencial oferecido pela Secretaria Nacional de Políticas do Governo Federal.

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