De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, no primeiro trimestre de 2019, a economia lagartense apresentou um recuo de 0,42% na geração de empregos formais com carteira assinada. O dado foi divulgado ontem (24) pelo Governo Federal.

Os dados ainda mostram que há mais de quatro anos, no mesmo período, a economia local não consegue atingir uma variação superior a 1%. Os percentuais oscilam entre 0 – registrado em 2016 – e 0,99% – registrado em março de 2018.

Já em março deste ano, o município demitiu mais do que admitiu. Ao todo, foram 192 admissões e 220 demissões, o que representa uma variação de -0,29%. Diante disso, fica a pergunta: Afinal de contas, por que será que é tão difícil gerar empregos em Lagarto?

Para o empresário, ex-vice-presidente e atual tesoureiro da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Lagarto, José Genilson da Conceição, o popular Nininho da Bolo Bom, o problema está na falta de incentivos fiscais.

“Tem empresas saindo de Lagarto por falta de incentivos fiscais e de arbitrariedades na fiscalização do ISS por parte do Conselho Fiscal da Prefeitura. Hoje teve uma empresa que foi multada em R$ 240 mil. Eles alegam sonegação, mas depois do julgamento final, aparecem as falhas e quem recorre para outra instância ganha. Isso que vem prejudicando a economia”, opinou o empresário.

A reportagem tentou falar com o Secretário Municipal da Indústria, Comércio e Turismo, Jailton da Mercearia, mas não obteve êxito. Além disso, também não conseguimos contactar o presidente do Conselho Fiscal da Prefeitura.

 

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