No ano passado, o Instituto Federal de Sergipe sediou a edição da Escola Regional de Computação Bahia – Alagoas – Sergipe (Erbase), um dos maiores eventos de informática do país. Neste ano, de 06 a 08 de maio, a Erbase ocorreu na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus (BA), mas o IFS também esteve presente. E de uma das maneiras mais marcantes: recebendo prêmios nas diversas competições que acontecem dentro do evento.

A equipe do Laboratório de Inovação e Criatividade (LABIC) do Campus Lagarto, por exemplo, trouxe para Sergipe quatro premiações. Sob a coordenação da professora Stephanie Kamarry, os alunos Victor Chagas, Guilherme Alves, Carlos Eduardo Santos e Daniel Ferreira, do 2° ano do curso técnico integrado em Redes de Computadores, se dividiram em duas equipes, as quais concorreram em duas modalidades. O resultado não poderia ter sido melhor: os dois primeiros lugares de cada modalidade vieram para o Campus Lagarto. Para o discente Carlos Eduardo, a sensação é de dever cumprido: “além de ser um feito que engradece nosso currículo, a premiação é muito gratificante porque estamos desde janeiro estudando e nos preparando para a competição”.

A professora Stephanie Kamarry destaca o caráter integrador de competições como essa, o que aprimora no aluno não apenas conhecimento técnico, mas habilidades como o trabalho colaborativo e a busca autônoma por conhecimento. “Além disso, a robótica possibilita o desenvolvimento de habilidades como o raciocínio lógico e a criatividade. No futuro, saber programar um robô será tão essencial quanto saber inglês hoje em dia. Por fim, outro ponto destacável sobre esses torneios é que eles promovem a aproximação entre alunos e investidores de indústrias e de empresas tecnológicas”, comenta a docente.

Além da competição de robótica, professores e alunos do IFS ministraram oficinas e apresentaram comunicações científicas. O egresso Thiago dos Santos, do bacharelado em Sistemas de Informação, e o professor Gilson Pereira receberam o prêmio de melhor artigo do Workshop de Informática e Educação. Para a professora Catuxe Varjão, coordenadora do curso de Sistemas de Informação, esse desempenho é resultado de um trabalho que vai muito além da sala de aula. “Desenvolvemos diversos projetos de extensão, pesquisa e inovação que, consequentemente, formam alunos capazes de trabalhar tanto como pesquisadores quanto no mercado de trabalho. Além de tudo, são alunos conscientes de suas habilidades e capazes de resolver problemas complexos com soluções criativas”, conclui a coordenadora.

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