1990: João Cabral de Melo Neto (1920-1999) Autor de “Morte e vida severina” (1955), é considerado um dos maiores poetas brasileiros.

1993: Rachel de Queiroz (1910-2003) A cearense se destacou com o romance “O quinze” (1927), sobre a luta contra a seca.

1994: Jorge Amado (1911-2001) Famoso no mundo todo por seus romances regionalistas como “Gabriela” e “Tieta”, o baiano foi adaptado várias vezes para o cinema e a televisão.

1998: Antonio Candido (1918-2017) Nome fundamental no desenvolvimento da USP, foi um dos maiores estudiosos da literatura brasileira.

2000: Autran Dourado (1926-2012) A obra-prima do mineiro é “Ópera dos mortos” (1967), listado na Coleção de Obras Representativas da Unesco.

2003: Rubem Fonseca (1925-) A partir de “Os prisioneiros” (1963), o mineiro criado no Rio inicia série de livros de contos que revolucionaram o gênero no Brasil, sendo um pioneiro ao narrar nossa violência urbana.

2005: Lygia Fagundes Telles (1923-) Paulista autora de contos e romances, como “As meninas” (1973), que retratam a evolução do papel da mulher no Brasil contemporâneo.

2008: João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) A grande obra do autor baiano é o romance maximalista “Viva o povo brasileiro”.

2010: Ferreira Gullar (1930-2016) Poeta e crítico de arte maranhense, sua obra mais conhecida é o “Poema sujo” (1976), censurado pela ditadura.

2012: Dalton Trevisan (1925-) Mestre dos contos sintéticos, o reservado autor ganhou apelido de um de seus livros: “O vampiro de Curitiba” (1964).

2014: Alberto da Costa e Silva (1931-) Poeta e ensaísta premiado, teve destacada carreira como diplomata.

2016: Raduan Nassar (1935-) Paulista com apenas três livros publicados — “Lavoura arcaica” (1975), “Um copo de cólera” (1978” e “Menina a caminho” (1997) — e um talento unânime.

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