No último domingo (7) centenas de fieis dos diversos municípios do estado, se reuniram, no Ginásio de Esportes O Ribeirão, em Lagarto, para a celebração dos 60 anos da Legião de Maria. Iniciado em 1921, na Irlanda, o movimento chegou em Sergipe no ano de 1959  em Aracaju, sendo a Paróquia São Pio X a primeira a ser visitada pelas irmãs Yolanda Ribeiro, do Rio de Janeiro e Julina Almeida, de Salvador. O evento contou com missa, adoração e shows católicos.

O evento teve início às 8h com um momento de acolhida aos fieis e visitantes, e pouco depois, se iniciaram as orações ministradas pelo padre Adeilson Carlos. A partir das 9h10, o ginásio já começava a ficar tomado, tanto na parte de baixo quanto nas arquibancadas, e quando começou a Santa Missa, presidida pelo arcebispo Dom João Costa, todo o ginásio já estava preenchido. O evento se estendeu até as 16h, com direto a uma parada para o almoço às meio-dia para que às 13h30 fossem retomadas as atividades, que contou com show da Banda Sejule e um momento de reflexão, às 15h com Dom Giovanni Crippa.

Expectativa de bençãos

José Robson de Farias veio de Porto da Folha e integra há um ano a Legião de Maria, desde então, vem para todos os eventos organizados pela igreja. “A expectativa é sair cheio de alegria e cheio da graça do Espírito Santo”.

José Robson de Farias integra o movimento há um ano e acompanha todos os eventos.

Professora em Tobias Barreto, Josenilda Silva Santos, que também integra o movimento, afirma que estar celebrando com todo o estado de Sergipe o aniversário da Legião de Maria é um momento único para todos os católicos e que não poderia ficar de fora. “É com muita alegria, com muita expectativa de bençãos e graças que a gente sabe que vai acontecer nesse ginásio hoje, e estamos aqui para receber. É o congraçamento de várias pessoas que estão aqui, marianas e marianos”, afirma.

Amizade e reencontro com a fé

O evento também foi um lugar que marcou o reencontro de Meury Alves Dias com a fé. Ela conta que estava afastada da igreja, mas que sua irmã, integrante do movimento, passou a evangeliza-la. O que Meury classificou como sua maior graça alcançada não foi cura ou qualquer outra coisa que pareça, momentaneamente, impossível aos olhos de muitos, mas sim, a amizade.

Meury, à direita, ao lado de sua irmã e amiga.

“Passei muito tempo sem ir para a igreja, minha irmã me evangelizou e essas senhoras lindas também. Sou da Igreja do Fernando Collor, estou achando a missa muito bonita e as pessoas são maravilhosas e acolhedoras. Recebi a graça de ter minhas amigas da igreja, porque sempre fui sozinha, não tive mãe, e agora tenho a graça de estar no meio de um povo acolhedor”, conta emocionada.

A diarista Maria Cristina Santos de Jesus, moradora da comunidade do Lamarã em Aracaju, conta que as pessoas de sua paróquia não puderam vir, e por isso, veio junto com fieis da Paróquia Nossa Senhora da Soledade, também da capital sergipana “Estou gostando e pretendo receber muitas graças aqui e muitas bênçãos”, diz.

Maria Cristina é moradora da comunidade do Lamarã em Aracaju.

A solenidade de encerramento da celebração aconteceu às 16h. 

 

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