Na última terça-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que as manchas de petróleo que atingiram o litoral do Nordeste, inclusive as praias de Sergipe, podem ter sido resultado de ação criminosa. 

“É um volume que não está sendo constante. Se fosse de um navio que tivesse afundado estaria saindo ainda óleo. Parece que criminosamente algo foi despejado lá”, disse ao deixar o Palácio da Alvorada, logo após se reunir com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. 

Já se sabe que a substância é um petróleo cru, ou seja, que não se origina de nenhuma derivado de óleo, como gasolina, entre outros. 

Segundo o ministro Ricardo Salles, que esteve em Sergipe na última segunda-feira (7), como o movimento do óleo tem sido de ida e volta para a costa, o objetivo é agir rapidamente para retirar o que estiver no solo. Mais de 100 toneladas de borra de petróleo já foram recolhidas, de acordo com o ministro. 

Situação de emergência 

Nesta semana, o Governo do Estado informou que as praias sergipanas do litoral norte e sul estão impróprias para o banho, uma vez que a mancha de óleo se encontra tanto na água quanto na areia.

Além dessa medida, foram decretados, por 180 dias, situação de emergência na faixa litorânea do estado. Uma vez que a macha de óleo se aglomerou nas praias de: Sarney, Mosqueiro, Pacatuba, Ponta dos Mangues, Pirambu, Caueira, Abaís e Saco.

Rio São Francisco

Informações que chegaram à Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), por meio de mensagens de áudio enviadas pela população ribeirinha, dão conta de que manchas de petróleo já começam a ser vistas às margens do rio São Francisco. 

Elas teria sido avistadas nos municípios de Brejo Grande e Pacatuba. Por isso, boias foram colocadas para impedir que a substância avance para os rios. 

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