Na última quinta-feira, 07, o Governo Federal anunciou algumas medidas que atingem diretamente os atuais e os novos servidores públicos. Uma das medidas foi anunciada pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, e a segunda já foi publicada no Diário Oficial da União.

Para os novos servidores públicos, Guedes anunciou que estes não terão estabilidade automática. A ação ocorreu durante o evento Diálogos com o TCU – Visões sobre o Brasil e a Administração Pública, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, o tempo será definido de acordo com cada cargo.

“O novo servidor não terá estabilidade automática, ele precisará ser testado por três, quatro, cinco anos. Vai depender da carreira, do que a pessoa faz, do que entrega”, disse ao acrescentar que a reforma administrativa também vai reduzir o número de carreiras de cerca de 300 para algo em torno de 20 e que os salários para quem entrar na carreira pública serão menores.

Guedes afirmou que a reforma administrativa também vai reduzir o número de carreiras de cerca de 300 para algo em torno de 20 e que os salários para quem entrar na carreira pública serão menores.

Servidores terão que compensar horas

Para os atuais servidores públicos, o Diário Oficial da União de ontem divulgou a  Resolução nº 596 do Conselho da Justiça Federal. Ele determina que o servidor público que tiver de se afastar do trabalho para participar de eventos sindicais terá de compensar as horas não trabalhadas. 

Além disso, o texto determina que a viabilidade da participação do servidor será analisada pela chefia imediata, de modo a não prejudicar o regular funcionamento do serviço na unidade em que ele trabalha. E que após a sua participação, o servidor terá que apresentar o comprovante de participação, sob pena de de não ser justificado o período de afastamento.

1 COMENTÁRIO

  1. Os servidores públicos que conseguiram seus empregos a base de imparcialidade (concurso público ), sem ser no toma lá dá cá, tem que se unir contra esse contra ideologia . Pois a verdadeira intenção, é que todo trabalhador seja desvalorizado e humilhado, desde os atuais detentores do poder e por seus herdeiros, que já nasceram com o chicote da exploração em mãos. Os filhos dos pobres, que se dedicarem nos estudos, sonhando em um dia conseguir um emprego digno, terão seus sonhos destruídos pelos grandes proprietários da mão-de-obra humana.

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