Segundo dados divulgados pelo Governo do Estado, em 2019, 158 pessoas foram presas após o Instituto de Identificação de Sergipe ter descoberto os seus nomes verdadeiros. Com isso, elas responderam por tentativas de fraude na emissão de carteira de identidade no estado.

De acordo com o governo, as identificações e consequentes prisões foram possibilitadas graças as novas diretrizes implantadas no Instituto de Identificação de Sergipe, sobretudo nos processos de processos de busca e análise de documentos e de impressões digitais, “permitindo fornecer uma conclusão para diversas histórias presentes em investigações e decisões judiciais”.

Dentre esses 158 presos está uma mulher de 53 anos condenada pela Justiça do Rio de Janeiro pela prática de homicídios que vitimaram crianças na década de 1990 naquele estado. “Era manhã do dia 19 de dezembro de 2019. A mulher, com aparência fragilizada e ajudada por uma acompanhante, que se identificou como Maria Aparecida da Silva, chegou ao instituto. Mas ela não recebeu o documento que esperava. Os papiloscopistas do Instituto de Identificação, diante do pedido feito pelo Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), após um atendimento médico, já tinham analisado as impressões digitais – utilizando também o sistema AFIS, em parceria com a Polícia Federal -, e chegaram a real identificação dela.

Diante do nome verdadeiro, Joana Darc Damasio do Nascimento, foi comunicada que seria encaminhada para uma delegacia em decorrência do cumprimento de dois mandados de prisão existentes contra ela. A história da mulher que, segundo os relatos da Justiça do Rio de Janeiro, ministrou veneno a crianças, inclusive enquanto estavam internadas, teve o capítulo final concluído com a identificação feita pelo Instituto de Identificação, que resultou na execução da sentença judicial que a condenou a 16 anos de reclusão”, relembrou o governo do Estado.

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