Dando continuidade sobre as diretrizes de reorganização do fluxo de pacientes, principalmente os que compõem o eixo crítico, o secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira, reuniu na manhã da última quarta-feira, 22, na biblioteca do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), superintendentes dos hospitais, diretores, coordenadores e técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Na ocasião, Valberto de Oliveira, destacou a importância da utilização e alimentação correta do kanban, uma ferramenta de sinalização visual para a identificação da complexidade assistencial, relacionada ao tempo de permanência do paciente na unidade.

Discussão aconteceu na biblioteca do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).

“O kanban vai nos ajudar a trazer celeridade na assistência em prol do paciente. A intenção é que vocês entendam que é uma ferramenta que se usada corretamente vai nos ajudar a ajudar vocês. Tudo reflete na hora que a gente disparar o comando, organizando e distribuindo melhor os pacientes na Rede de Atenção à Saúde do Estado”, explicou o secretário.

O coordenador do Complexo Regulatório, Clóvis França, ressaltou que o secretário solicitou tarefas que precisavam ser finalizadas. “Ficou estabelecido que a gente precisava ter uma tomada de decisão e uma proximidade inicialmente com relação aos dados e as informações. “Então, para que a gente tivesse um acompanhamento mais amplo possível e num tempo mais curto desejado a gente precisava eleger uma ferramenta e essa ferramenta foi o kanban”, enfatizou.

Para a superintendente do Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro, Iza Conceição do Prado, a reunião foi importante para muitos esclarecimentos e todos puderam acompanhar como está a sua unidade. Ela conta que o Kanban monitora a ocupação das áreas críticas de todo o hospital (vermelha e amarela), o complexo através da Central de Urgência e de Regulação de Leitos acompanha todos os pacientes.

“Dr Clóvis fez a apresentação e mostrou os resultados do último mês de levantamento, fez as orientações para que as unidades não falhem no preenchimento, porque com os dados adequados, tanto a Central de Regulação de Urgência como a Central de Regulação de Leitos conseguem ajudar as unidades e conseguindo admissões em UTI’s ou melhorando o quadro clínico dos pacientes para reduzir a superlotação das Áreas Vermelhas”, concluiu Iza Prado.

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