Na última terça-feira (28), o Ministério da Saúde (MS) elevou a classificação de risco do Brasil que passou do nível 1, alerta, para o nível 2, que significa perigo iminente para a chegada do novo coronavírus (2019 – nCoV) no país. O nível 3, Emergência em Saúde Pública, o mais alto, só será ativado se algum caso suspeito for confirmado.

Em vista disso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) participou, na tarde da última quarta-feira, 29, de webconferência que convocou todos os estados da federação, a fim de discutir estratégias de prevenção, protocolos clínicos e hospitalares de atendimento, e o último boletim epidemiológico.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Mércia Feitosa, representaram o estado de Sergipe, os técnicos da Rede de Urgência e Emergência, da Vigilância Epidemiológica, da Vigilância Sanitária, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), técnicos do Hospital de Urgência (Huse), do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e do Núcleo de Segurança do Paciente.

Diretora de Vigilância em Saúde, Mércia Feitosa.

“A oportunidade serviu para definirmos algumas ações, entre elas uma Nota Técnica que vai orientar todos os profissionais da Rede Hospitalar em consonância com as orientações e o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde”, disse Mércia.

Prevenção

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão: evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas; realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente; utilizar lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; higienizar as mãos após tossir ou espirrar; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas; manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença; evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Os profissionais de saúde devem utilizar as medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas com o uso de mascara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção.

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