De 2007 a 2016, os assassinatos quase que dobraram no Nordeste do Brasil: de 15.706 homicídios, para 24.825. Em 2016, para cada cem mil habitantes, foram cometidos 64 assassinatos em Sergipe, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado no final do mês de outubro.

Para o líder no Congresso Nacional André Moura (PSC-SE) é gravíssimo o problema da segurança pública no Estado. “Além de deter atualmente a quarta maior taxa de desemprego do Nordeste, com 161 mil trabalhadores sem ocupação formal [dados do IBGE], e viver sérios problemas na saúde e na educação, Sergipe teve uma explosão de criminalidade na última década, sob os governos do PT e do PMDB”.

Pelo segundo ano consecutivo – 2015 e 2016 –, Sergipe se mantém como campeão nacional em mortes violentas ou “intencionais”. Foram ao todo, 1.449 assassinatos em 2016. Crescimento de 11,54% de um ano para o outro. “Mortes, assaltos, roubos, violência contra a mulher. Estamos à mercê da bandidagem. O governo estadual não consegue resolver o problema. Faltam equipamentos e há cidades com apenas dois ou três policiais. Muitas não têm delegado”, resume o deputado.

Na opinião de André Moura, para diminuir a violência e o número de mortes violentas, Sergipe precisa de um governo com pulso. “A criminalidade está bem armada, dispõe de vasto arsenal e, quando não encontra resistência, age sem receio de contraposição. Falta a Sergipe um governo determinado a tratar bandido como bandido deve ser tratado. Falta um governo com pulso”.

Fonte: JL Política

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