O número de mortes causadas pela covid-19 em Sergipe pode ultrapassar a marca de 1.600 até o dia 4 de agosto. Isso é o que aponta uma projeção epidemiológica desenvolvida pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), e que integram os estudos de uma Força Tarefa Covid, que reúne pesquisadores de 13 universidades do país.

De acordo com a pesquisa do professor Anderson Alves Ribeiro da UFFS, o pico de óbitos no estado deve acontecer entre os dias 18 de julho e 15 de agosto, levando em consideração o número de casos confirmados e  mortes de maio até o corrente mês. 

A previsão é de que até o dia 20 de julho, o estado registre no mínimo 41.344 contaminações e no máximo 45.804. Já em relação ao número de mortes, a previsão é que sejam registrados, no mínimo, 1.094 óbitos até a mesma data e, no máximo 1.231. Ainda segundo a pesquisa, os números podem subir, no mínimo, para 1.358 mortes até o dia 4 de agosto e, no máximo, para 1.665, podendo chegar a 2 mil óbitos por conta da flexibilização. 

O professor da Lisandro Borges da UFS explica que devido a flexibilização, o estouro de casos deve ocorrer em 14 dias, que é o ciclo viral da doença. Ele ainda lembra que apenas uma pessoas pode contaminar até 406 pessoas no prazo de um mês. 

Segundo o professor, os estudos já foram enviados para a Secretaria de Estado da Saúde (SES) que deve realizar uma reunião na próxima segunda-feira, 13 para tratar sobre o assunto. 

Com informações do G1 Sergipe

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