O programa jornalístico Como Será?, da Rede Globo, apresentado por Sandra Annenberg, exibiu, neste sábado, 18, para todo o país, uma reportagem sobre o trabalho que o professor Fabiano Oliveira desenvolve em sala de aula.  Quando o assunto é educação e métodos pedagógicos de ensino, o professor Fabiano, do Colégio Estadual Dom Luciano Cabral Duarte, escola de ensino médio integral da rede de escolas públicas estaduais de Sergipe, fica impaciente, ansioso e inquieto, com o objetivo de ensinar os alunos para que eles estejam preparados para enfrentar o Enem e o próprio mercado de trabalho.

Conduzida pela equipe de reportagem da TV Sergipe, o jornalístico mostrou no quadro Toque de Mestre, que na cabeça do fundador da Central de Estudos Linguísticos e Literários do Colégio Estadual Dom Luciano (CELL), mil ideias inovadoras surgem como num passe de mágica; todas envolvendo a música, conteúdo e o teatro.

A atração escolheu como cenário o projeto CELL e o sucesso absoluto que é entre os alunos que assistem as aulas do professor. Carismático, brincalhão e exigente, ele consegue a atenção dos alunos durante todo o período da aula. Quem entra na sala, a princípio, acha estranho, pois o local em quase nada se parece com a tradicional sala de aula, com carteiras, birô e quadro-negro. No lugar refrigerado, apenas espalhados pelo chão caixotes, sofá, almofadas, plantas, cortina, violões, aparelhos de som, tv, além de jornais e revistas.

A aluna Aline Gomes do 1º ano do ensino médio em tempo integral deu seu depoimento onde expressou que as aulas do professor são sempre alegres e que ela e seus colegas aprendem muito rápido.

Quem também deu seu depoimento foi a diretora do colégio, Marli Barreto, alegando que no início do projeto houve um impacto, mas que superou as expectativas. Maria da Conceição, mãe de ex-aluna, falou de como as aulas de português diferenciadas ajudaram a sua filha a ingressar na universidade.

Ao concluir a matéria do televisivo, Fabiano Oliveira contou o porquê de acreditar no potencial do aluno e acreditar nas suas próprias ideias “É um resultado palpável quando vejo o aluno carente entrar numa universidade federal. Daí eu percebo que estou no caminho certo”, pontuou.

Confira a reportagem completa acessando: http://g1.globo.com/como-sera/edicoes/2017/11/18.html#!v/6295547

Fonte: Ascom SEED

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