O conselheiro Luiz Augusto Ribeiro, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ficará à frente da Escola de Contas Conselheiro José Amado Nascimento (Ecojan) no biênio 2018/19, conforme anunciou o presidente eleito do Tribunal, conselheiro Ulices Andrade, no Pleno da última quinta-feira, 14.

Dessa forma, o conselheiro será o responsável pela instituição de ensino vinculada à Corte de Contas, cujo objetivo maior é oferecer cursos de gestão pública, treinamentos e capacitar integrantes da Casa e jurisdicionados.
Segundo ele, sua gestão na Ecojan buscará propor novas ações pedagógicas, além de ampliar as já implementadas.
Em fase de preparação do plano de capacitação, o conselheiro enfatizou que “buscará ouvir as unidades organizacionais do Tribunal, colocando-as como partícipes do processo de escolha e elaboração dos cursos, palestras e eventos realizados pela Ecojan. A medida visa compatibilizar o conteúdo programático com as atividades desempenhadas pelos destinatários dos cursos, garantindo, assim, o contínuo aperfeiçoamento do Tribunal de Contas sergipano”.
No processo de escolha e elaboração de cursos para os jurisdicionados, o conselheiro afirma que buscará ouvir a Presidência, Corregedoria e Ouvidoria do TCE/SE, Controladoria Geral do Estado e Controladorias Gerais dos Municípios, Federação dos Municípios sergipanos e associações congêneres, sindicatos e associações classistas, conselhos de educação e saúde, universidades, além de outras entidades cuja atuação guarde pertinência temática com o conteúdo dos eventos que vierem a ser realizados pela Escola.
Antecipou, ainda, que junto com a sua equipe já concluiu a elaboração do programa intitulado “Cidadania Ativa”, que tem como objetivo focar o papel dos vereadores na condição de fiscais das contas públicas. Ressaltou que, apesar de serem os edis os destinatários principais do programa, a ideia é disponibilizar vagas para que a sociedade civil organizada possa participar dos debates.
Em linhas gerais, o programa objetiva a integração entre Tribunal de Contas, Câmaras Municipais, Poder Judiciário, Ministério Público, sociedade civil organizada, para que juntos possam  discutir o processo de formulação, execução e controle de políticas públicas, tudo com vistas a contribuir com a melhoria dos serviços públicos postos à disposição dos sergipanos, responsáveis que são pela manutenção da máquina administrativa estatal.
Fonte: Ascom TCE

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