Na última quinta-feira, 14, o prefeito Dilson de Agripino (PPS), em coletiva de imprensa, anunciou que encontrou a Prefeitura de Tobias Barreto com um rombo de R$ 60 milhões deixados pela gestão do agora ex-prefeito Diógenes Almeida (MDB). Diante disso, o gestor emitiu decretos de Emergência Administrativa e Financeira e de Contingenciamento.

Dilson de Agripino: “A ordem é não gastar.”

“A ordem é não gastar. Priorizar somente urgências e emergências para gastar o mínimo possível e isso foi passado para todos os setores da administração. Tomei a atitude porque não sei quais surpresas terei até o final do mês de janeiro, já que ainda não recebi o relatório final da gestão passada, que deve chegar até o dia 31”, afirmou o prefeito Dilson de Agripino.

Ele ainda anunciou a criação de um Grupo de Trabalho para avaliação aprofundada nas irregularidades e atos de improbidade administrativa da gestão anterior; e informou que parte do rombo de R$ 60 milhões decorre do atraso do salário dos servidores referente ao mês de dezembro de 2020. Por isso foi apresentado um planejamento para pagar o salário dos servidores efetivos.

O projeto inicial é parcelar o pagamento de fevereiro a dezembro de 2021 e antecipar o pagamento de janeiro, ou realizar empréstimo para pagar em parcela única. “Caso não consiga antecipar o valor de janeiro, vamos parcelar o pagamento a partir de fevereiro, após receber o relatório final de gestão, até dezembro de 2021. Enquanto isso, vamos tentando o empréstimo e se der certo, a qualquer momento, liquido o restante. Espero que a população compreenda a situação. Eu, ao lado do vice-prefeito César Prado, quero pagar”, explicou o prefeito.

 

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