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CPI: três nomes passarão para condição de ‘investigados’

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva de médica infectologista e ex-secretária de enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. No início de maio, o nome da médica chegou a ser anunciado pelo ministro da Saúde, mas a nomeação foi cancelada dez dias depois. O objetivo então, é saber as razões pela desistência de sua nomeação no Ministério da Saúde.

Mesa: 
presidente da CPIPANDEMIA, senador Omar Aziz (PSD-AM); 
relator da CPIPANDEMIA, senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O ex-diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano e o sócio da Belcher Emanuel Catori foram incluídos na lista de investigados da CPI da Pandemia. O relator da comissão, Renan Calheiros, informou à CNN nesta quarta-feira (25) que ampliou a lista de investigados da comissão.

Catori depôs nesta terça à CPI. O empresário admitiu ter relações com o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, mas negou influência do deputado nas negociações de vacinas com o Ministério da Saúde. Já Francisco Maximiano foi ouvido na semana passada. A empresa dele intermediou a venda de vacinas da Covaxin. O contrato bilionário foi anulado pela pasta depois de denúncia de irregularidades dos irmãos Miranda.

Outro investigado, Roberto Ferreira Dias, foi acusado de pedir 1 dólar de propina por dose de vacina. Ele foi exonerado do cargo na pasta em julho, logo após a divulgação de um encontro, para um chopp, com um suposto vendedor de vacina em um shopping em Brasília.

Na mesma lista, já estão nomes como os do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o atual Marcelo Queiroga; o ex-ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.

 

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