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Prefeitura promove curso de bordado para mulheres com fibromialgia em Lagarto

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Na tarde do último sábado, 09, a Secretaria Municipal da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Acessibilidade e Direitos Humanos (Seminc) deu início ao curso de bordado voltado para pessoas com fibromialgia. A atividade foi realizada na sede da Seminc e contou com a participação de mulheres integrantes do grupo Fibromialgia-Lagarto.

A secretária da Seminc, Lissandra Machado, explicou que a ação surgiu a partir de demandas apresentadas pelas próprias participantes do grupo, como forma de terapia, aprendizado e inclusão no mercado de trabalho. “Essa é uma forma de inclusão para amenizar uma dor que se torna invisível. Esses cursos têm o intuito de promover a integração da equipe junto à Secretaria de Inclusão, proporcionando mais conforto e oportunidades. A ideia surgiu justamente em reuniões, atendendo às solicitações das mulheres do grupo, como forma de terapia para ocupar o tempo, aprender novas atividades e favorecer a inclusão no mercado de trabalho. Posteriormente, haverá também cursos de pintura e danças contemporâneas”, afirmou.

Representando a Comissão Organizadora do Grupo Fibromialgia-Lagarto, Eugênia Santos destacou o impacto positivo da iniciativa para quem convive com a síndrome. “Com essa oportunidade do curso de bordado livre, oferecemos uma nova possibilidade para pessoas que sofrem dessa síndrome dolorosa crônica. É uma chance de sair da rotina, aprender algo que pode se tornar fonte de renda e também servir como distração para o psicológico. Quem tem fibromialgia sofre muito, não apenas pelas dores, mas também pelas incapacidades e pela fadiga que muitas vezes impede a pessoa de sair de casa”, explicou.

Entre as participantes estava Mônica Cristina, que viu no convite uma oportunidade de aprendizado e bem-estar. “Eu participo de um grupo de pessoas com fibromialgia e soube do curso através de administradoras que compartilharam no grupo. Me interessei bastante para ocupar a minha mente, que estava precisando. É a primeira vez que tenho contato com o bordado e estou amando. A fibromialgia afeta muito meu dia a dia, com dores na coluna e no corpo todo, e o bordado é uma forma de terapia e também um exercício, além disso, quero aumentar minha autoestima e conhecer novas amigas nesse processo”, contou.

A artista Laura Rabelo, responsável por ministrar o curso, relatou como decidiu pela técnica utilizada. “A Lissandra entrou em contato comigo buscando artistas locais que pudessem ensinar algumas técnicas para essas mulheres. Optamos pelo bordado por ser mais viável para elas e hoje estamos ensinando o bordado à mão livre e alguns pontos básicos. Nas próximas aulas, vamos avançar para outras técnicas. O bordado, além de ser terapêutico para mulheres que enfrentam tantos desafios diários, também pode gerar renda, já que é possível produzir peças em casa, como bastidores e toalhas. E o mais importante, promove união, neste curso temos 14 mulheres trocando experiências, conversando e se conhecendo, o que fortalece ainda mais a inclusão”, destacou.

Fonte: Prefeitura de Lagarto

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