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CPNU 1 convoca 1.860 candidatos para vagas remanescentes

Teclado

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) divulgou, nesta terça-feira, 24, mais uma convocação de pessoas candidatas para vagas remanescentes da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 1) . Nesta rodada foram contempladas 1.860 vagas ainda não preenchidas, o equivalente a 21% do total das 8.573 vagas ofertadas no concurso, considerando tanto as vagas originalmente previstas em edital quanto aquelas autorizadas posteriormente.

Entre os 173 cargos originalmente ofertados no CPNU 1, haverá classificação de candidatos para 131 cargos nesta rodada. Não estão incluídas, nesta etapa, as vagas remanescentes de cargos que possuem curso de formação na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), nem os cargos vinculados às Agências Reguladoras, que seguem cronogramas específicos de formação e provimento.

A distribuição das vagas remanescentes do CPNU 1 abrange cargos voltados à gestão pública, ao planejamento governamental, às políticas agrárias, à produção de dados e ao desenvolvimento científico e tecnológico. O cargo com maior volume de vagas nesta rodada é o de Analista Técnico-Administrativo, com 399 vagas, o que representa 21% do total. Em seguida aparece o cargo de Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário, com 201 vagas, alcançando 11% do total de convocações.

Outro grupo expressivo está relacionado à produção de informações e dados estratégicos para o planejamento e a execução de políticas públicas. O cargo de Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Informações Geográficas e Estatísticas soma 128 vagas, enquanto Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas reúne 112 vagas.

Na área de ciência, tecnologia e inovação, o cargo de Analista em Ciência e Tecnologia reúne 101 vagas, além de 64 vagas para Tecnologista e 14 vagas para Pesquisador-Tecnologista em Informações e Avaliações Educacionais.

Outro eixo importante envolve as políticas voltadas ao campo e à segurança sanitária. Entre os cargos com maior número de vagas estão Engenheiro Agrônomo, com 59 vagas; Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal, com 56 vagas; Agente de Atividades Agropecuárias, com 53 vagas; e Auditor-Fiscal Federal Agropecuário, também com 53 vagas.

As políticas voltadas aos povos indígenas também recebem reforço significativo e ampliação da representatividade, com a aprovação de 21 indígenas. O cargo de Especialista em Indigenismo soma 141 vagas, enquanto Técnico em Indigenismo reúne 74 vagas, ampliando a capacidade de atuação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em ações de proteção territorial, promoção de direitos e acompanhamento de políticas públicas destinadas às comunidades indígenas.

Além desses grupos, há vagas distribuídas em diversas áreas técnicas e administrativas da administração pública federal, incluindo Analista Administrativo (77 vagas), Administrador (66 vagas), Contador (31 vagas), Economista (37 vagas), Engenheiro (20 vagas) e Auditor-Fiscal do Trabalho (20 vagas), além de cargos especializados como estatísticos, médicos, psicólogos, bibliotecários, arquivistas e profissionais de comunicação social.

Serviço público mais diverso

A distribuição das 1.860 vagas remanescentes do CPNU 1 por modalidade de concorrência mantém a estrutura prevista nas políticas de inclusão e ações afirmativas adotadas nos concursos públicos federais. A maior parte das vagas está destinada à ampla concorrência (AC), que concentra 1.390 vagas, correspondendo a 74% do total.

As vagas reservadas para pessoas negras somam 329 oportunidades, o que representa 18% das vagas desta rodada, em conformidade com a política de cotas raciais adotada no serviço público federal.

Já as vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD) totalizam 122 vagas, equivalentes a 7% do total, assegurando a participação desse público nos processos seletivos da administração pública. Também estão previstas 29 vagas reservadas para pessoas indígenas, que representam 2% das vagas remanescentes.

A distribuição por modalidade dá continuidade ao compromisso do governo federal em promover um serviço público mais inclusivo e diverso, garantindo oportunidades de ingresso para diferentes grupos da população e fortalecendo a representatividade no quadro dos seus servidores.

Órgãos com maior número de vagas

A distribuição das vagas remanescentes evidencia a priorização de órgãos estratégicos para o funcionamento do Estado, com destaque para áreas como reforma agrária, produção de dados, políticas indígenas e gestão administrativa. Confira a divisão de vagas por órgão:

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) – 333 vagas

  • 201 vagas para Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrário

  • 73 vagas para Analista Administrativo

  • 59 vagas para Engenheiro Agrônomo

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – 312 vagas

  • 128 vagas para Analista de Planejamento, Gestão e Infraestrutura em Informações Geográficas e Estatísticas

  • 111 vagas para Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas

  • 73 vagas para Técnicos em Informações Geográficas e Estatísticas distribuídas por todas as regiões do país

  • Vagas direcionadas à produção de dados e estatísticas oficiais para o planejamento de políticas públicas

Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) – 215 vagas

  • 141 vagas para Especialista em Indigenismo

  • 74 vagas para Técnico em Indigenismo

  • Ampliação da atuação em proteção territorial, gestão e promoção de direitos dos povos indígenas

Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) – 211 vagas

  • 53 vagas para Agente de Atividades Agropecuárias

  • 56 vagas para Agente de Inspeção Sanitária e Industrial de Produtos de Origem Animal

  • 21 vagas para Analista em Ciência e Tecnologia

  • 53 vagas para Auditor-Fiscal Federal Agropecuário

  • 17 vagas para Técnico de Laboratório

  • 11 vagas para Tecnologista

Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) – 200 vagas

  • 130 vagas para Analista Técnico-Administrativo

  • Vagas para economistas, engenheiros, médicos, estatísticos, contadores, arquivistas e profissionais de comunicação social

Advocacia-Geral da União (AGU) – 184 vagas

  • 66 vagas para Administrador

  • 52 vagas para Analista Técnico-Administrativo

  • 27 vagas para Contador

  • Vagas adicionais para economistas, engenheiros, estatísticos, psicólogos e profissionais de comunicação social

Outros órgãos com vagas remanescentes incluem o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com 80 vagas para Analista em Ciência e Tecnologia; o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com 91 vagas; o Ministério da Saúde (MS), com 53 vagas para Tecnologista; o Ministério da Cultura (MinC), com 41 vagas; e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com 41 vagas distribuídas entre analistas e economistas.

Completam a distribuição de vagas remanescentes órgãos como o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), com 37 vagas; o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), com 17 vagas; o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com 14 vagas; a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), com 11 vagas; e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com 20 vagas para Auditor-Fiscal do Trabalho.

CPNU 1: marco na seleção pública federal

A primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado representou um marco na forma de seleção para o serviço público federal. O modelo inovador permitiu a realização de provas simultâneas em todo o país e reuniu mais de 2,1 milhões de pessoas inscritas, consolidando-se como um dos maiores processos seletivos já realizados no Brasil.

O concurso também integrou uma estratégia mais ampla de recomposição das capacidades do Estado brasileiro. Entre 2023 e 2025, 16,5 mil pessoas ingressaram no serviço público federal por meio do CPNU e de outros concursos. Essa recomposição inclui a autorização de vagas para áreas estratégicas da administração pública federal, como, por exemplo, analistas ambientais, auditores fiscais do trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Nesse contexto, o CPNU passou a integrar um conjunto mais amplo de medidas voltadas à modernização da administração pública e à transformação do Estado brasileiro, com iniciativas que incluem a reorganização de carreiras, a ampliação de políticas de inclusão e novas estratégias de gestão de pessoas no serviço público federal.

Fonte: Agência GOV

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