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GML continua sem ter como proteger a população lagartense

GML conta apenas com 12 guardiões

Com sete anos de história, a Guarda Municipal de Lagarto (GML) está sem ter como proteger e servir adequadamente a população lagartense. Isto se deve porque seus 12 guardiões não possuem o porte institucional de arma de fogo, tão necessário no atendimento às ocorrências.

GML conta apenas com 12 guardiões

Segundo Flávio dos Santos Faria, Diretor da GML, a viabilização do porte institucional somente foi tomada como prioridade pela atual gestão da Secretaria Municipal da Ordem Pública, que está viabilizando o documentação necessária para que a Guarda Municipal passe a trabalhar armada.

Além da documentação, o Flávio Santos informou que a pasta também está trabalhando para implantar a Corregedoria da Guarda Municipal de Lagarto, requerido pela Polícia Federal antes de conceder a autorização. Uma vez que o órgão terá a função de averiguar e punir eventuais abusos de autoridade por parte dos guardiões.

Com a Corregedoria, a Guarda Municipal de Lagarto passará a contar apenas com 11 guardiões nas ruas. “Nosso efetivo é o menor do estado. Por isso, o Coronel Jackson já conversou com a prefeita Hilda sobre a necessidade da realização de um concurso público. E ela, por sua vez, tendo em mente uma visão de segurança pública municipal, garantiu todo apoio, mas não estabeleceu previsão”, acrescentou o diretor da GML.

Processo demorado

De acordo com o Diretor da GML, a aquisição do porte institucional da arma de fogo passa por processo demorado, o qual é composto por avaliação documental, curso teórico, curso prático, licitação para aquisição de armas e distribuição das mesmas. Até lá, os guardiões permanecem acuados. “Como iremos proteger a população se não dispomos de equipamentos para nos proteger?”, indaga o Diretor da GML.

“Mas acredito que esse processo não vai demorar muito, porque já temos o curso teórico ministrado pela Acadepol. E, embora a Polícia Federal argumente que ele deveria ser dado somente depois da sua avaliação, a jurisprudência está ao nosso lado, pois em Itabaiana o curso foi dado antes e a justiça reconheceu a sua legitimidade”, comenta. 

 

 

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