No próximo domingo (13), o Para Francisco celebrará a cerimônia de canonização da Irmã Dulce dos Pobres, que passará a ser a primeira santa brasileira. O ato solene terá início às 05h15, no horário de Brasília, e será transmitido ao vivo por emissoras de TV em todo o Brasil, a exemplo da Canção Nova.

Para a solenidade, que ocorrerá na Santa Sé, foi enviada uma comitiva brasileira composta por 35 pessoas, entre autoridades, parlamentares e convidados. Contudo, ela será liderada pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB).
Cabe destacar que o processo de canonização de Irmã Dulce teve início em 2000 e é considerado o terceiro mais rápido da história. Os primeiros são Papa João Paulo II e Madre Teresa de Calcutá, respectivamente.
Irmã Dulce confirmou sua fé em Sergipe

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, mais conhecida como Irmã Dulce, começou a praticar caridade ainda aos 13 anos, aos 19 entrou para o convento e dedicou 77 anos da sua vida aos pobres, chegando a falecer em 1992, em Salvador.
Contudo, foi em Sergipe que ela confirmou a sua fé. Segundo relatos, em 1930, Maria Rita adotou o nome de Dulce – em homenagem à mãe – ao ser definitivamente consagrada Missionária da Imaculada Conceição.
Além disso, foi em Sergipe que houve a confirmação do seu primeiro e um dos mais importantes milagres já reconhecidos pelo Vaticano para a sua canonização. Em 2011, a miraculada Cláudia Cristina dos Santos reviveu da morte em uma maternidade de Itabaiana, por intersecção da Irmã Dulce. Atualmente, ela e seu filho são as provas vivas do milagre.
Entretanto, o milagre que a levou à canonização foi a cura de José Maurício Bragança Moreira, que ficou cego por causa de uma conjuntivite. Na época, ele colocou uma pequena imagem da Irmã Dulce sobre os olhos, pedindo a sua intercessão. Quando acordou, voltou a enxergar.





