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No TCE-SE, Prefeitura de Lagarto obtém desempenho satisfatório em transparência

Avaliação foi apresentada pelo conselheiro-presidente do TCE/SE, Luiz Augusto Ribeiro

Na última quinta-feira, 17, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE-SE), conselheiro Luiz Augusto Ribeiro, divulgou o resultado da rodada anual de avaliação dos portais da transparência das prefeituras e câmaras municipais sergipanas para o ciclo 2020.

Avaliação foi apresentada pelo conselheiro-presidente do TCE/SE, Luiz Augusto Ribeiro

Segundo o levantamento, o índice de transparência da Prefeitura de Lagarto caiu de 9,3, registrado em 2019, para 7,9. Apesar da queda, a Corte de Contas considerou o desempenho do poder executivo lagartense satisfatório. Na região centro-sul, as prefeituras mais bem avaliadas foram Tobias Barreto (8,2) e Poço Verde (8,9).

Do outro lado, a Câmara Municipal de Lagarto manteve a avaliação considerada elevada pelo TCE. Uma vez que o índice de transparência registrado passou de 8,3, registrado em 2019, para 8,8. Com isso, ela passou a figurar como o segundo parlamento da região centro-sul mais transparente, ficando atrás somente da Câmara de Poço Verde (9,9).

Critérios de avaliação

Para avaliar os portais da transparência das prefeituras e câmaras municipais, o TCE-SE toma como base as resoluções internas que tratam do tema, além dos aspectos exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar Federal n. 101/2000) e pela Lei de Acesso à Informação (Lei Federal n. 12.527/2011).

Além disso, o coordenador de Auditoria Operacional do TCE, Gidel Matos, destacou que os critérios de avaliação foram distribuídos em categorias. “Verificamos a Transparência Ativa, que nada mais é do que a disponibilização da informação independentemente de requerimentos, mas também a Transparência Passiva, que consiste na disponibilização da informação mediante provocação, através do Serviço de Informação ao Cidadão presencial e eletrônico”, explica o coordenador.
Ainda segundo ele, outro item observado está nas Boas Práticas de Transparência, “dentre as quais estão ferramentas de acessibilidade que garantam o acesso à informação pelas pessoas com necessidades especiais”. Vale ressaltar que a avaliação foi restrita aos portais, uma vez que é esta a única plataforma de acesso a informações dos órgãos que está acessível a população em geral.

 

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