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Após atuação da Câmara, construção Hotel das Palmeiras será retomada

Hotel das Palmeiras deve ser inaugurado até 2022

Após cerca de um ano de paralisação, as obras que visam a construção do Hotel das Palmeiras, situado no bairro Horta, em Lagarto, serão finalmente retomadas. Segundo Eduardo Costa, assessor do empresário Geraldo Magella, do Haras Fábio José/Parque das Palmeiras, a expectativa é que elas sejam retomadas nos próximos 60 dias e concluídas até o primeiro semestre de 2022.

“A nossa expectativa é retomarmos a obra nos próximos 60 dias, porque temos que observar como isso ocorrerá. Porque antes da pandemia, a gente possuía 400 funcionários trabalhando na obra, mas agora temos que saber se isso será possível novamente. E como estamos com a obra 40% concluída, caso possamos voltar com o efetivo total, a gente espera concluir a obra ainda em 2021 ou no máximo até o final do primeiro semestre de 2022”, explicou o assessor.

Hotel das Palmeiras deve ser inaugurado até 2022

O Hotel das Palmeiras contará com mais de 100 apartamentos, restaurante, academia e piscina. Mas o destaque é que a retomada de suas obras foi um dos primeiros resultados da sessão realizada na última quinta-feira, 11, na Câmara Municipal de Vereadores de Lagarto. É que o órgão reuniu diversos setores da sociedade lagartense para cobrar explicações e pedir menos morosidade ao tabelião Gustavo Herrera, responsável pelo Cartório de 2° Ofício, o qual foi acusado pelos vereadores Matheus Corrêa e Josivaldo dos Brinquedos de atrasar o desenvolvimento da cidade.

Morosidade escancarada

Para se ter uma ideia do problema que o Cartório de 2° Ofício vinha causando, durante a sessão plenária, corretores de imóveis como Gabriel Loiola e Leostenisson Santos, e empresários como Nininho da Bolo Bom e o próprio Geraldo Magella, este último por meio de ofício, denunciaram uma série de fatores que fazem do órgão notarial um peso para quem quer empreender em Lagarto. 

Diante das várias críticas recebidas, o tabelião Gustavo Herrera, sustentou que sua lentidão seria consequência da necessidade de “segurança jurídica”. Os debates foram longos e algumas sugestões foram apontadas, a exemplo da propositura que visa colocar profissionais de retaguarda para dar suporte aos serviços do Cartório de 2° Ofício. Confira a sessão na íntegra.

Parte 1: 

Parte 2:

Parte 3:

 

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