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Adema vistoria propriedade em Lagarto durante Operação Caatinga Resiste

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Ao longo desta semana, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) participou da Operação Caatinga Resiste. Atuando em conjunto com a Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPAm), o Batalhão de Polícia de Caatinga (BPCaatinga) e o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual (Gaeco/MPSE) desde o último dia 09, a Adema esteve em nove municípios, fiscalizando 41 alvos localizados em propriedades com áreas desmatadas de forma irregular, sem autorização de supressão de vegetação.

A ação é nacional e integrada, coordenada pelos Ministérios Públicos, órgãos ambientais fiscalizadores e forças policiais dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Minas Gerais. A atuação conjunta fortalece o trabalho de monitoramento e amplia a capacidade de resposta dos órgãos envolvidos, tendo como objetivo intensificar a fiscalização ambiental voltada ao enfrentamento do desmatamento ilegal no bioma Caatinga.

Para o presidente Carlos Anderson Pedreira, a participação da Adema na operação reforça o compromisso do órgão com a proteção ambiental. “A Operação Caatinga Resiste é uma ação importante que promove uma atuação integrada entre diversas instituições e órgãos que atuam na defesa do meio ambiente. A presença da Adema contribui com o conhecimento técnico nas fiscalizações, garantindo que as atividades sejam avaliadas conforme a legislação e que as medidas necessárias sejam adotadas quando identificadas irregularidades”, destacou.

As propriedades fiscalizadas pela Adema estão localizadas nos municípios de Tobias Barreto, Simão Dias, Pinhão, Riachão do Dantas, Itabaianinha, Lagarto, Porto da Folha, Gararu e Canidé de São Francisco. De acordo com o gerente de Fiscalização da Adema, Aloizio Franca, todos os alvos destacados para a Adema foram vistoriados. “Ainda não temos a dimensão exata da quantidade da área que foi desmatada, mas há indícios de que todos os alvos eram verdadeiros, então houve desmatamento em todos eles. Também foi feita a apreensão de 18 aves silvestres com o apoio da CIPAm e um flagrante de extração ilegal de areia. Os proprietários foram identificados e a polícia fez um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e todo o procedimento policial”, disse.

Etapas

A bióloga da Adema, Aline Borba, integrou uma das equipes de fiscalização que participaram da operação, e informou as próximas etapas após a atividade de campo. “A gente fez um levantamento das áreas que foram desmatadas e após esse processo verificaremos o tamanho das áreas, emitir autos de infração para os casos em que ela for constatada, além de autos de notificação para a recuperação dessas áreas”, afirma.

Carla Zoaid, analista ambiental do MPSE, disse que os alvos são pré-selecionados antes da operação começar, com base em análises de território e prioridade. “A gente faz a análise desses dados e envia para os demais MPs envolvidos, que articulam com os órgãos de fiscalização ambiental de cada estado e forças policiais para que a operação aconteça.  Fazemos uma pré-análise nesses alertas, onde estão, se são prioritários para a fiscalização, além de uma série de outros critérios técnicos”, conclui.

A Operação Caatinga Resiste segue com ações programadas até o próximo dia 19 de março. Até lá, a Adema atuará na construção de relatórios que serão entregues ao Ministério Público do Estado, com a identificação das áreas e de tudo que foi visto, buscando coibir práticas ilegais e promover maior conscientização sobre a importância da preservação do bioma e do uso sustentável dos recursos naturais.

Fonte: Governo de SE

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