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Estudo feito pela UFS mostra que Sergipe teria, proporcionalmente, a incidência de Covid-19 superior à registrada no país

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A alta transmissão e o elevado patamar de óbitos, por causa da Covid-19 em Sergipe, apontam para um cenário preocupante. Em números, o estado teria incidência superior à registrada no país e estaria, considerando as proporções, em primeiro lugar em número de mortes. As conclusões são de um estudo feito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).

O diretor de vigilância em saúde do estado, Marco Aurélio Góes, explicou que os dados refletem as mortes acumuladas ao longo da pandemia e que outros estados têm maior número de óbitos, mas ainda assim, a incidência alta de mortes em Sergipe só aumenta o alerta. “O dado demonstra que temos uma transmissão ativa e muitos óbitos e a população precisa entender isso”, disse.

Com as Unidades de Terapia Intensiva (UTI) cheias quase sempre beirando a capacidade máxima, aliado a circulação da cepa P.1, com alto potencial de transmissão, o estado de Sergipe se mantém em uma estabilidade alta. Para os especialistas, as projeções não apresentam tendência de queda.

“A situação atualmente é de platô alto, ou seja, que não há tendência de queda e mortes. As projeções mostram as UTI’s próximas ao máximo da capacidade”, explicou o professor e coordenador do estudo Lysando Borges.

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