Por conta da não renovação dos contratados com os cidadãos que prestavam serviço nas unidades educacionais da Rede Municipal de Ensino de Lagarto, a prefeita de Lagarto, Hilda Ribeiro (Solidariedade), passou a ser alvo de constantes pressões para resolver a situação que afeta várias famílias lagartenses.
Diante disso, a prefeita concedeu uma entrevista ao jornalista Aloísio Andrade (Prefeitinho), durante o Programa Juventude Notícias da última terça-feira, 2. Na oportunidade, Hilda afirmou estar muito preocupada com a situação e lembrou que segurou os contratados até onde pode.

“Por causa da pandemia, várias prefeituras exoneram os contratados da Educação e muitas pessoas ficaram desempregadas. Eu sabia que chegaria o momento que eu não conseguiria segurá-los. […] Então o que fiz foi segurar até onde eu pude, para poder essas pessoas não perderem o seu sustento em época de pandemia”, lembrou.
A prefeita também informou que a gestão municipal não pode contratar pessoas para trabalhar nas unidades educacionais até que as atividades/aulas sejam retomadas de forma presencial. Ela ainda se mostrou interessada em resolver a situação daqueles que não podem firmar contrato com a prefeitura pelos próximos seis meses.
“Então vou me reunir com o procurador e com o secretário de administração, para que a gente possa fazer algo por essas pessoas. Eu só não vou fazer aquilo que venha me prejudicar no futuro. Então vou lutar o máximo que eu puder para que essas pessoas não fiquem desempregadas”, garantiu a prefeita Hilda Ribeiro.
Sobra de dezembro
Questionada sobre “uma sobra” que ficou para ser quitada pela Prefeitura de Lagarto correspondente a folha de dezembro de 2020, Hilda explicou que o ocorrido foi motivado devido a necessidade de quitar algumas “dívidas antigas da prefeitura”. “A gente pagou uma parte da folha de dezembro e a gente tá fazendo assim: Uma parte foi paga em janeiro e vai pagar outra parte em fevereiro, e assim a gente vai cumprir com toda a folha”.
Vale lembrar que a nova Gestão Hilda Ribeiro tem tomado algumas medidas para manter as contas públicas municipais dentro dos padrões de gastos estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O primeiro decreto de contingenciamento foi assinado em janeiro e, segundo o Município, visa “corrigir uma falha histórica”.
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