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Perímetro do Piauí foi o que menos sentiu os efeitos da pandemia, diz Cohidro

Seu Gilvan, irrigante do perímetro Piauí, em Lagarto, cultiva milho para o São João mesmo com a covid-19

De acordo com a Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), o Perímetro Irrigado do Piauí, situado na zona rural de Lagarto, figura no cenário estadual como a única zona gerida por ela que menos sentiu os efeitos negativos do isolamento social sobre a produção do milho verde para o São João.

Seu Gilvan, irrigante do perímetro Piauí, em Lagarto, cultiva milho para o São João mesmo com a covid-19

Segundo diretor de Irrigação e Desenvolvimento Rural da Cohidro, João Fonseca, diferentemente dos demais perímetros irrigados que investiram em grandes produções de milho verde, as quais terão que serem revertidas para a silagem ou para a produção de milho em grão, no Perímetro Piauí são esperadas apenas 840 mil espigas colhidas no período junino.

“Neste perímetro, muitos que não viram futuro no milho verde para o São João, por causa do isolamento social, estão migrando para produção do milho em grão, que está com preço bom, em média R$ 50 a saca”, acrescenta o diretor.

Agricultor Genivaldo Azevedo: A procura está boa em Lagarto

O produtor rural Genivaldo de Azevedo, do perímetro Piauí, em Lagarto, lembrou que o milho verde tem procura o ano todo. “Está sendo o ponto forte aqui. O coronavírus, infelizmente, está judiando a gente. Nós até pensávamos que não iria vender, por conta dessa doença triste, mas a procura até que está boa”, considerou o agricultor, que tem vendido a unidade da espiga entre R$ 0,40 e R$ 0,50.

A Cohidro, para este período junino, estima que a produção de milho verde chegue a 2.480.000 espigas de milho em perímetros irrigados do Estado. Somente no Perímetro Irrigado Califórnia, em Canindé de São Francisco, espera-se que 960 mil espigas sejam colhidas. “O milho verde é tradicional no período junino e quase a totalidade dos lotes dos perímetros irrigados aumentam suas áreas visando à comercialização da espiga neste período. O excedente é comercializado para produção de silagem, principalmente para o rebanho leiteiro, e também vira milho em grão, que gera maior integração irrigado-sequeiro”, observou João Fonseca.

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