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Saúde alerta sobre conscientização e cuidados com a endometriose

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O mês de março é marcado pela campanha do Março Amarelo, que visa alertar a população sobre a endometriose, uma doença comum e benigna, que ocorre quando o endométrio cresce em outras regiões do corpo.  A doença afeta milhares de mulheres e, por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), ressalta a importância do cuidado e atenção aos sintomas da doença, além da realização periódica dos exames ginecológicos.

A endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com o médico do Hospital Universitário, Lucas Chagas, a forma como a endometriose se desenvolve ainda é objeto de estudo da medicina, não sendo possível afirmar com precisão como ela surge, por isso muitas mulheres têm a doença de forma silenciosa. “Naquelas em que os sintomas aparecem, eles costumam estar relacionados aos 6 D’s clássicos da endometriose: dor pélvica; dismenorreia, dor tipo cólica intensa; disúria, dor para urinar; disquezia, dor para evacuar; dispareunia, dor de profundidade durante a relação sexual; dificuldade para engravidar, com infertilidade. Além desses clássicos, ainda existem outros sintomas fortemente associados à endometriose, como fadiga intensa com exaustão física e mental, inchaço da barriga, dor lombar e dor nas pernas”, explica.

A cirurgia é uma das formas de tratamento para a mulher com endometriose profunda, sendo, atualmente, a única com capacidade de cura. Ela consegue reduzir as dores da paciente pela remoção do tecido doente, permitindo uma melhoria significativa na qualidade de vida da mulher. É indicada, principalmente, para casos em que não se consegue um controle clínico adequado das dores, de infertilidade ou com risco iminente à saúde.

Cuidado

Há cinco meses, Josefa Santos Silva, 40 anos, realizou a cirurgia de endometriose, no Hospital Universitário de Aracaju (HU), que foi viabilizado pelo Governo do Estado, por meio de cofinanciamento de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs). A dona de casa começou a sentir os primeiros sintomas da doença ainda na adolescência e aguardava pelo procedimento. “Tenho me recuperado bem, já consigo fazer atividades do dia a dia que antes da cirurgia não conseguia. Ainda sinto as dores, mas elas são suportáveis, os médicos até hoje realizam o meu acompanhamento e o que eu preciso eles estão disponíveis para me ajudar, sem dúvidas um recomeço”, pontua Josefa.

Na expectativa pela cirurgia de endometriose está a lavradora Silvânia Batista dos Santos, que participou do lançamento do Opera Mulher, no dia 8 de março. “Após o procedimento, espero ter uma qualidade de vida melhor, pois não consigo fazer nada. Há dois anos que estou tomando medicamentos constantemente e sinto muitas dores. Acho a iniciativa do Governo do Estado muito boa, pois ajudará muitas mulheres que estão sofrendo e não têm condições de pagar por tratamentos ou cirurgias, que são caríssimos. Apoio completamente essa ação”, pondera Silvânia.

Opera Sergipe

O Governo do Estado, sensível à causa da saúde feminina, criou uma linha de cuidado por meio do Opera Mulher, que oferta não somente procedimentos, mas um acompanhamento especializado com apoio emocional e assistência humanizada às pacientes durante o período pré, trans e pós-operatório. Além de suporte e monitoramento das mulheres na recuperação, garantido que recebam a atenção necessária para a reabilitação.

Para a cirurgia de endometriose, a paciente precisa da comprovação diagnóstica de endometriose por laparoscopia/laparotomia e/ou laudo descritivo por exames de imagens e/ou por resultado de exame anatomopatológico. Por se tratar de procedimento de alta complexidade, o acesso será por meio de formulários de avaliação de elegibilidade para o procedimento. A paciente terá acesso ao documento ao chegar na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município e pelos hospitais credenciados.

Fonte: Governo de SE

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