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Saúde divulga segundo alerta epidemiológico para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em SE

O chefe do médico da UTI, Everton Padilha Gomes, examina uma radiografia de tórax de um paciente em um hospital de campo criado para tratar pacientes que sofrem da doença por coronavírus (COVID-19) em Guarulhos, São Paulo

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, divulgou na última quarta-feira, 24, o segundo alerta epidemiológico devido ao aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças e adolescentes mediante ao período de sazonalidade nos meses mais frios do ano no país, ocasionado pelos vírus Influenza, Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e o SARS-CoV-2 (Covid-19).

Os dados apontam que foram notificados entre 01 de janeiro a 23 de maio, 1021 casos de SRAG. Desse total, foi possível identificar o agente etiológico em 277 casos, ou seja, 27,1%, sendo o SARS-CoV-2 (Covid-19) identificado em 123 casos (12,0%), o VSR em 104 casos (10,2%) e o vírus Influenza em 50 casos (4,9%).

Do total de casos notificados de SRAG, 634 foram crianças de até dez anos. Dentre essas, 363 menores de um ano. Quando analisado o tipo SRAG por agente etiológico identificado, é possível verificar a diferença entre as faixas etárias. Em crianças de até dez anos o VSR foi isolado em 15,5%, seguido de Influenza (4,4%) e Covid-19 (2,8%). Nas demais faixas etárias a Covid-19 foi a principal causa identificada de SRAG, mas também ocorreram casos de Influenza e VSR.

Com relação aos óbitos, foram contabilizados 50 óbitos por SRAG, dos quais 28 (56%) não teve o agente etiológico isolado, 14 (28%) atribuído a Covid-19, 3 (6%) ao vírus Influenza e 5 (10%) ao VSR. Destaca-se que, em crianças de até 10 anos, 33,3% foram devido ao VSR, enquanto as pessoas com 61 anos e mais, 36,7% foi por Covid-19.

As infecções virais respiratórias, com exceção do Covid-19, não são doenças de notificação compulsória universal. Desta forma apenas os casos classificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), devem ser notificados no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe – SIVEP-Gripe.

Ampliação de leitos 

Em virtude da alta demanda pediátrica em Sergipe, causada pelas síndromes gripais, o Governo do Estado ampliou em 47 o número de leitos pediátricos, em menos de cinco meses.

No Huse, somente este ano, foram implantados 21 leitos qualificados (vermelha e amarela); quatro leitos de estabilização em Estância e 12 leitos de enfermaria no Huse e mais dez leitos no Hospital Santa Isabel.  

Recomendações para a população 

Para o controle da transmissão ativa dos vírus respiratórios principalmente no momento que se aproxima o inverno, é recomendado que as pessoas que estejam aptas a receberem a vacina contra a Influenza, procurem a Unidade de Saúde, tendo em vista que o vírus apresenta aumento da circulação nesse período.

Ressaltamos ainda que pessoas com sintomas gripais devem utilizar máscaras e evitar ambientes com aglomeração, assim como o contato com recém-nascidos e idosos.

É muito importante que o primeiro atendimento seja em Unidades Básicas de Saúde ou serviços ambulatoriais, para que apenas casos com maior gravidade sejam encaminhados aos hospitais.

Fonte: Governo de SE

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