A Prefeitura de Lagarto, por meio da Secretaria Mun. do Meio Ambiente (Sema), reforçando a parceria com Cooperativa de Catadores de Material Reciclável de Lagarto – Coopcal, se fez presente em uma importante ação em benefício dos seus 23 cooperados.
A ação é resultado do honrado trabalho realizado pela Coopcal dentro do município, além do importante suporte e incentivo prestado pela Associação Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT) e pelo Consórcio Público de Resíduos Sólidos e Saneamento Básico e do Sul e Centro Sul Sergipano – Consensul.
De acordo com o secretário Municipal do Meio Ambiente, Aloísio Andrade, a medida foi tomada em assembleia pelos cooperados. “A nossa Coopcal é vinculada a Associação Nacional de Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis (ANCAT) que desenvolve um projeto de logística reversa, onde as empresas/indústrias repassam um valor em dinheiro, de acordo com a quantidade (toneladas) de resíduos coletados pelas cooperativas. Esse dinheiro geralmente é aplicado na compra de equipamentos para a estruturação da cooperativa. Porém, mediante a uma assembleia entre os cooperados, para decidir como este dinheiro seria usado, ficou acordado que seria investido na subsistência dos próprios, e por unanimidade, foi acolhida a proposta da compra de cestas básicas para cada um dos cooperados”, explicou o secretário.
Ainda de acordo com Aloísio, o repasse efetuado pra Ancat foi de R$ 7. 335,00 rateados entre os 23 catadores, o que resultou em um valor individual de R$ 318,91. Já o estabelecimento escolhido para a compra dos alimentos foi a filial Lagarto do Lojão Fasouto, considerado um dos grandes parceiros desde o início da cooperativa.
“O diálogo com estes colaboradores é uma constate em nossa gestão. Não podemos simplesmente tentar convencê-los a adquirir um maquinário novo, sem saber como anda a realidade destes homens e mulheres que são peças chaves desta engrenagem que mantém a cooperativa desde 2019, quando iniciamos nossa parceria. A reciclagem no país vem atravessando um momento de dificuldade com a queda nas vendas aos grandes compradores e quem sente mais esse impacto é justamente o catador. Portanto, precisamos, priorizar e valorizar, além da sua mão de obra, a sua dignidade, sua vida” concluiu Aloísio.





