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60,2 milhões de brasileiros encerraram 2017 negativados

dividas

Aproximadamente 60,2 milhões de brasileiros encerraram o ano de 2017 com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O número representa 39,6% da população entre 18 e 95 anos.

Os dados (íntegra) são do indicador do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), divulgados nesta 5ª feira (11.jan.2018).

Em dezembro, houve aumento de 1,27% na quantidade de inadimplentes na comparação com o mesmo período em 2016. Já com relação a novembro de 2017, houve uma variação de 0,63%, que representa uma estabilidade.

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pelizzaro, para reverter esse quadro é preciso de uma continuidade da melhora econômica, principalmente o aumento de emprego e renda.“Além disso, exige um esforço contínuo de educação sobre o consumo”, afirma.

IDADE

A estimativa revelou também que as pessoas entre 30 e 39 anos são as que mais possuem o nome inscrito em alguma lista de devedores. Em dezembro, foi identificado 17,08 milhões de devedores, metade (50%) das pessoas nessa faixa etária. Já os mais jovens, pessoas entre 18 e 24 anos, são os que estão menos negativados. A proporção é de 20%, que somam 4,84 milhões de pessoas.

Agora com número significativo, 48% da população entre 40 e 49 anos está com o nome negativo. E entre 25 em 29 anos, 46% também estão inadimplentes.

REGIÕES

Considerando por região, a Sudeste é a localidade em que se concentra a maior quantidade de consumidores com conta em atraso. 38% de seus habitantes estão negativados, representando 24,9 milhões de pessoas. Em 2º lugar, fica o Nordeste, com 16,7 milhões de negativados ou 41% da população. O Sul fica em 3º, com 37% da população inadimplente, que representa 8,2 milhões de pessoas.

Em termos proporcionais, o Norte é a região com maior percentual. São 5,4 milhões de devedores, que significa que 46% de sua população adulta está negativada. O Centro-Oeste aparece em 2º lugar, com 5,0 milhões de devedores, 43% da população.

SETOR

Entre os setores com dívidas de pessoas físicas, o único setor que apresentou alta foi o da comunicação, com variação de 6,19%. No comércio, houve recuo acentuado, com uma queda de 8,98%, seguido pelos setores de água e luz (-4,32%). Nos bancos, o número de dívidas ficou estável, em 0,13%.

Fonte: JL Política

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