A rescisão do contrato entre a Prefeitura de Lagarto e o Instituto de Desenvolvimento Humano (IDH) gerou preocupações em relação à continuidade dos serviços de saúde no município. O IDH alega que a Prefeitura deixou de repassar integralmente as parcelas pactuadas, acumulando uma dívida de R$ 3.445.714,00 até o final de outubro. Embora algumas tentativas de negociação tenham sido feitas, apenas R$ 400 mil foram repassados nos últimos meses, levando ao encerramento dos serviços.
Como resultado, diversos funcionários da saúde foram demitidos, e os serviços essenciais foram paralisados, deixando a população sem atendimento adequado. A decisão de rescisão foi atribuída à Prefeitura, que, em nota, informou estar assumindo diretamente a gestão das atividades de saúde. A Secretaria Municipal da Saúde garantiu que o objetivo é manter o funcionamento e a excelência dos serviços, mas a transição gerou insegurança entre os moradores.
Apesar da promessa de continuidade dos serviços, a gestão da prefeita Hilda Ribeiro não detalhou como será conduzido o processo de transição e não se pronunciou sobre as acusações feitas pelo IDH, aumentando a preocupação com a eficiência da administração nesse período crítico. A população de Lagarto, já afetada pela suspensão dos serviços de saúde, aguarda esclarecimentos sobre como o atendimento será mantido e se haverá impactos adicionais nos próximos meses.
A falta de um posicionamento claro sobre a transição e o gerenciamento das finanças municipais tem gerado um clima de incerteza, com muitos questionando a capacidade da Prefeitura de lidar com a crise na saúde e garantir o atendimento à comunidade de forma eficiente.
Com informações da SE 79





