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CRM desinterdita parcialmente setor de clínica médica do Nestor Piva

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O Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (CRM) emitiu na terça-feira (8) um auto de desinterdição ética parcial para o trabalho dos médicos que atuam no setor de clínica médica do Hospital Municipal Zona Norte Dr. Nestor Piva fosse retomado.

Segundo o CRM, a decisão foi tomada após uma avaliação realizada na unidade de saúde nesta terça-feira, quando foi verificado que a escala de médicos foi regularizada de forma a viabilizar o reestabelecimento do trabalho médico no setor. O CRM disse ainda que desinterdição teve início às 13h.

Na tarde do último sábado (5), o Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe determinou a interdição ética das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Nestor Piva, na Zona Norte, e Fernando Franco na Zona Sul de Aracaju.

Segundo o CRM, a interdição foi decorrente da vistoria realizada nos locais na última quarta-feira (2), onde foram constatados problemas relacionados a prestação de serviço das unidades de saúde.

Medidas emergências

A Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju (SMS) anunciou, nesta terça-feira (8), medidas para suprir a falta de médicos nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) da capital sergipana. Cerca de 126 profissionais paralisaram as atividades desde o dia 1º de janeiro, por não concordarem com a mudança na modalidade de contrato de recibo de pagamento autônomo (RPA) para pessoa jurídica (PJ).

Segundo a secretária Waneska Barboza, uma empresa foi contratada em caráter emergencial para administrar e suprir a escala de médicos da Unidade de Pronto Atendimento Nestor Piva, na Zona Norte. Para fechar a escala da UPA Fernando Franco, na Zona Sul, serão remanejados 20 médicos do município.

Ainda de acordo com ela, durante os próximos seis meses, período que dura o contrato emergencial, será realizada uma licitação para a contratação de uma empresa para prestar o serviço após esse período.

Impasse

Desde o dia 1º de janeiro os médicos paralisaram as atividades nas unidades de saúde por não aceiarem a redução no valor do plantão de 12 horas nos dias úteis para R$ 1.200. Os médicos querem receber o valor de R$ 1.764. A prefeitura propôs elevar o valor do plantão para R$ 1.440, mas os médicos não aceitaram e querem R$ 2.160 por cada plantão de 12 horas.

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