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Diagnóstico avaliará se órgãos públicos em Sergipe são suscetíveis à fraude e à corrupção

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A existência de portais de transparência, a presença de ouvidoria e até mesmo o percentual de gastos públicos com a folha de pagamento de pessoal serão alguns dos aspectos considerados pelo Fórum Permanente de Combate à Corrupção de Sergipe (Focco/SE) ao avaliar a vulnerabilidade nos municípios, Estado e órgãos federais suscetíveis à fraude e à corrupção.

Registro da última reunião do Fórum, ocorrido no Tribunal de Contas do Estado
Segundo o procurador-geral do Ministério Público de Contas, João Augusto dos Anjos Bandeira de Mello, a ação poderá mensurar as vulnerabilidades que os órgãos fiscalizados têm em relação ao manuseio dos recursos públicos e a própria atuação do órgão. “Se tudo der certo e tiver a completa adesão dos gestores públicos isto poderá dar um salto em relação à qualidade da gestão pública no Estado de Sergipe”, acredita o procurador-geral. 
“Esta auditoria não tem o objetivo de apontar o município mais corrupto, mas de ajudar o gestor a enxergar quais são as fragilidades que podem levar um município a ter prejuízos”, acrescenta o coordenador do Focco/SE e procurador da República, Heitor Alves. 

Focco/SE 

Criado em 2015, o Fórum é formado por representantes dos Ministérios Públicos Federal, Estadual e Especial de Contas, Tribunais de Contas da União e do Estado, além das Controladorias-Gerais da União e do Estado, e da participação da Polícia Civil do Estado de Sergipe. As instituições atuam de forma integrada na busca de práticas uniformes para o diagnóstico, prevenção e repressão à corrupção.
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