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Secretaria de Estado da Saúde alerta para a prevenção do Câncer de Mama

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O câncer de mama é a segunda doença que mais acomete as mulheres brasileiras, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que estimou cerca de 60 mil novos casos para o ano de 2019, o que corresponde a 56 casos a cada 100 mil mulheres, em média.

Por isso, neste mês dedicado à conscientização da sociedade sobre a prevenção e o diagnóstico precoce, o Outubro Rosa, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Programa Saúde da Mulher, traz dicas e informações essenciais, principalmente, para as mulheres sergipanas.

A referência técnica do Programa Saúde da Mulher, Rita Bitencourt, destaca que cada mulher tem uma história de vida, o que representa fatores de risco diferentes para a prevenção.

“Há fatores de risco genéticos, ambientais, comportamentais, de acordo com cada situação que a mulher se expõe. O histórico familiar, a obesidade, o sedentarismo, a ingestão em excesso de bebidas alcoólicas, estão entre esses fatores. Um detalhe interessante é que a amamentação é uma proteção para o câncer de mama, diminui o risco, então é um benefício tanto para o bebê, quanto para a mãe”, explicou Rita.

A campanha do Outubro Rosa de 2019 reforça três pilares estratégicos no controle da doença que são a prevenção, a detecção precoce e a mamografia. Assim, os cuidados, de acordo com Rita, devem começar cedo, com a prática de atividade física, alimentação saudável, diálogo com o médico, desenvolvimento do autocuidado, o conhecimento do próprio corpo. As mulheres a partir dos 35 anos que têm fatores de risco genéticos, o que aumentam as chances em 10% , por exemplo, ou que já tiveram nódulos com realização de punção, devem fazer a mamografia anualmente.

“Pelo que é preconizado pelo Ministério da Saúde, mulheres dos 50 aos 69 anos, sem sintomas, faixa etária em que há um aumento progressivo da doença, precisam fazer o rastreamento, a mamografia, a cada dois anos. A Sociedade de Mastologia defende a mamografia a partir dos 40 anos de idade. Entretanto, a Secretaria de Estado da Saúde, com base nos protocolos do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde e do INCA, orienta, para as mulheres sem sintomas, a partir dos 50 anos de idade”, disse a referência técnica.

Apesar de o câncer de mama ser mais comum em mulheres, os homens também podem desenvolver a doença, inclusive, com os mesmo fatores de risco que as mulheres. “As mulheres são mais expostas por questões hormonais. Mas os homens também têm câncer de mama. Os homens representam apenas 1% desta população, ou seja, a cada 100 casos, 99 são em mulheres e um afeta os homens. No entanto, a doença é muito mais agressiva neles. Nas mulheres, se detectado precocemente através do autocuidado e dos exames específicos, e tratado com rapidez, a chance de cura é alta. Já nos homens as chances são menores. Caso o homem note alguma alteração, precisa buscar o mais rápido possível um profissional de saúde”, comentou.

Em Sergipe, as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) têm à disposição o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), e referência no estado desde a oferta de consultas especializadas até o diagnóstico com exames específicos, incluindo a mamografia.

“A nossa luta diária é para termos, cada vez mais, serviços de excelência. Existe a luta e a vontade de acertar. Então as mulheres que na Atenção Primária foram identificadas com uma suspeita de câncer, serão encaminhadas para a rede especializada que pode ser o Caism ou a sua a referência regional de saúde, caso haja. Sergipe tem sete regiões de saúde e cada uma tem sua cidade referência. Caso seja confirmada a doença, ela é encaminhada para o tratamento e acompanhamento. O câncer de mama é muito relevante, é a segunda causa que mais mata mulheres, mais do que o de colo de útero. Hoje há 800 mulheres em tratamento para o câncer de mama no estado e cerca de 100 de colo de útero, por esse número vemos como é importante todo trabalho da prevenção, não só em outubro, mas o ano todo”, concluiu Rita.

Fonte: SES

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