Com a chegada de 2020, as movimentações políticas esquentaram em muitos municípios brasileiros, entre eles está Aracaju. Lá, por entre mudanças de partido, rachas políticos e intensos debates figura o advogado lagartense Henri Clay. Ex-presidente da Seccional Sergipe da Ordem dos Advogados do Brasil, ele foi o segundo candidato a senador mais votado na capital sergipana, com 110 mil votos.

Por isso, em entrevista ao Lance Político, Clay se disse disposto e preparado para “liderar uma frente democrática e popular que defenda os direitos do povo e a justiça social. O povo está cansado do jogo sujo da política. Não acredita mais na mudança por dentro do sistema político. A sociedade quer mudança de ruptura com essa prática velha e corrupta da política. O resultado das últimas eleições mostrou isso. Em Sergipe já tem a nova direita. Chegou a hora de surgir a nova esquerda”.
Ainda na oportunidade, o advogado lagartense afirmou que, na disputa pela Prefeitura de Aracaju, ele pretende ser o “candidato que represente as aspirações dos trabalhadores, das pessoas mais pobres que estão excluídas dos meios de consumo e sem oportunidades, dos servidores públicos, da classe produtiva que gera emprego e renda e da sociedade civil organizada. É preciso planejar a cidade de forma coletiva, com as pessoas e para as pessoas. É preciso garantir o direito das pessoas à cidade”.
Mas, apesar das suas intenções, Henri Clay precisa de um partido político e pelo andar da carruagem, ele deve ir a disputa pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Ao Lance Político, ele afirmou que recebeu o convite do Presidente Nacional do partido, Juliano Medeiros, e que tem conversado com as lideranças e com alguns militantes do partido em Aracaju. “Todos têm reiterado o convite. Estamos aprofundando a conversa sobre o projeto de gestão para Aracaju e as condições objetivas para a disputa eleitoral. Pretendo definir até o final do mês”, completou.




