O Banco do Nordeste lançou um pacote de medidas para renegociar as dividas daquelas empresas que integram os setores mais impactos pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), conforme estabelecido na Portaria nº 20.809, do Ministério da Economia.

De acordo com o BNB, o pacote permitirá aos devedores estabelecerem uma nova carência e alongar o vencimento final da operação, “o que resultará na redução do valor das prestações, permitindo que as empresas possam estruturar suas operações de crédito de acordo com a sua situação de liquidez”, concluiu o banco.
Ainda segundo o BNB, as condições aplicam-se às operações de empresas não rurais, contratadas até 7 de abril de 2020. “A nova carência e os acréscimos aos vencimentos das operações variam de quatro a seis meses, de acordo com o nível de impacto sofrido pelos setores de atividade, classificado em baixo, médio ou alto”, detalhou.
Já as operações contratadas por empresas de médio e grande portes que sofreram alto impacto relacionado com a pandemia poderão ter carência estabelecida até 30 de junho de 2021. Enquanto que para as médias e grandes empresas que tiveram baixo ou médio impacto, a primeira parcela passa a ser cobrada em maio de 2021.
“As regras valem inclusive para clientes que já renegociaram suas operações nas modalidades lançadas previamente pelo Banco do Nordeste. O cadastro da renegociação pode ser efetuado no internet banking – em bnb.gov.br – ou pelo App Banco do Nordeste, disponível na App Store e Play Store. Em caso de dúvidas, a Central de Relacionamentos do Banco do Nordeste atende pelo 0800 728 3030″, finalizou o BNB.
FNE Emergencial
No âmbito do programa FNE Emergencial, lançado pelo Governo Federal em maio para minimizar os efeitos da pandemia na economia regional, o Banco do Nordeste contratou os R$ 3 bilhões previstos para investimento e capital de giro em socorro às empresas e empreendedores, localizados nos municípios em que foi decretado estado de emergência. A linha emergencial teve toda a meta aplicada, com taxas de 2,5% ao ano.




